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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Jeremias 26:5|
E rongo ki nga kupu a aku pononga, a nga poropiti e unga nei e ahau ki a koutou, maranga wawe ai i te ata a ka unga i a ratou, otiia kihai koutou i rongo;
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|Jeremias 26:6|
Na ka meinga e ahau tenei whare kia rite ki Hiro, ka meinga hoki tenei pa hei kanga ma nga iwi katoa o te whenua.
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7
|Jeremias 26:7|
¶ A ka rongo nga tohunga, nga poropiti, me te iwi katoa i a Heremaia, e korero ana i enei kupu i te whare o Ihowa.
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8
|Jeremias 26:8|
Na, i te mutunga o te korero a Heremaia i nga mea katoa i whakahaua ai ia e Ihowa kei korerotia ki te iwi katoa, ka hopukia ia e nga tohunga, e nga poropiti, e te iwi katoa hoki, me te ki, Ko te mate kau mou.
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9
|Jeremias 26:9|
He aha koe i poropiti ai i runga i te ingoa o Ihowa, i ki ai, Ka rite tenei whare ki Hiro, ka ururuatia tenei pa, te ai he tangata hei noho? Na, i te huihui te iwi katoa ki a Heremaia, ki te whare o Ihowa.
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10
|Jeremias 26:10|
A, no te rongonga o nga rangatira o Hura ki enei mea, ka haere atu ratou i te whare o te kingi ki te whare o Ihowa, a noho ana i te kuwaha o te keti hou o te whare o Ihowa.
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11
|Jeremias 26:11|
Katahi ka korero nga tohunga ratou ko nga poropiti ki nga rangatira, ki te iwi katoa hoki, ka mea, Ka tika te mate mo tenei tangata; kua poropiti hoki ia i te he mo tenei pa; kua rongo na hoki o koutou taringa.
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12
|Jeremias 26:12|
Katahi a Heremaia ka korero ki nga rangatira katoa, ki te iwi katoa, ka mea, Na Ihowa ahau i unga mai ki te poropiti mo tenei whare, mo tenei pa, i nga kupu katoa i rongo na koutou.
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13
|Jeremias 26:13|
Na reira whakatikatikaia o koutou ara, a koutou mahi, whakarongo hoki ki te reo o Ihowa, o to koutou Atua; a ka ripeneta a Ihowa ki te kino i korerotia e ia mo koutou.
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14
|Jeremias 26:14|
Tena ko ahau, kei roto ahau i to koutou ringa: ma koutou e mea ki ahau te mea e pai ana, e rite ana ki ta koutou titiro.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva