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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Juízes 8:1|
¶ Na ka mea ki a ia nga tangata o Eparaima, He aha tenei mea i mea nei koe ki a matou, te karangatia matou i tou haerenga atu ki te whawhai ki a Miriana? Na nui atu ta ratou ngangau ki a ia.
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2
|Juízes 8:2|
Na ka mea ia ki a ratou, Ko tehea mahi aku inaianei hei rite mo ta koutou? He teka ianei pai atu te hamunga waina a Eparaima i te whakinga katoa a Apietere?
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3
|Juízes 8:3|
I homai e te Atua ki o koutou ringa nga rangatira o Miriana, a Orepe raua ko Teepe: a he aha te mea i taea e ahau hei rite mo ta koutou? Katahi ka iti haere to ratou riri ki a ia i tana korerotanga i taua kupu.
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4
|Juízes 8:4|
¶ Na kua tae a Kiriona ki Horano, kua whiti, ratou tahi ko ana tangata e toru rau; e ruha ana, otiia me te whai tonu.
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5
|Juízes 8:5|
Na ka mea ia ki nga tangata o Hukota, Homai etahi rohi taro ma te hunga e haere tahi nei matou, e hemo ana hoki ratou, e whai ana hoki ahau i a Tepa raua ko Taramuna i nga kingi o Miriana.
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6
|Juízes 8:6|
Na ka mea nga rangatira o Hukota, Kei roto koia i tou ringa nga ringa o Tepa raua ko Taramuna, e hoatu ai e matou he taro ma tou ope?
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7
|Juízes 8:7|
Na ka mea a Kiriona, Mo reira kia homai e Ihowa a Tepa raua ko Taramuna ki toku ringa, ka haehaea e ahau o koutou kikokiko ki nga tataramoa o te koraha, ki nga tumatakuru.
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8
|Juízes 8:8|
Na ka haere atu ia i reira ki Penuere, a ka korero pera ano ki a ratou; heoi, rite tonu ki ta nga tangata o Hukota i whakahoki ai ta nga tangata o Penuere i whakahoki ai ki a ia.
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9
|Juízes 8:9|
Na ka korero ano hoki ia ki nga tangata o Penuere, ka mea, Ka hoki mai ahau i runga i te pai, ka wahia e ahau tenei pourewa.
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10
|Juízes 8:10|
Na i Karakoro a Tepa raua ko Taramuna, me o raua ope hoki, me te mea tekau ma rima nga mano, ko te hunga katoa i mahue o te ope katoa o nga tangata o te rawhiti: i hinga hoki o te hunga mau hoari, kotahi rau e rua tekau nga mano.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva