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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Juízes 8:11|
Na ka haere ki runga a Kiriona na te huarahi o te hunga noho teneti, na te rawhiti o Nopaha, o Iokopeha, a patua iho e ia te ope: kua tau hoki te ope.
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12
|Juízes 8:12|
Na ka rere a Tepa raua ko Taramuna, a ka whaia e ia, ka mau i a ia nga kingi tokorua o Miriana, a Tepa raua ko Taramuna, a whati ana te ope katoa.
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13
|Juízes 8:13|
A i hoki mai a Kiriona tama a Ioaha i te whawhai i te pikitanga atu o Herehe.
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14
|Juízes 8:14|
A hopukia ana e ia tetahi taitama o nga tangata o Hukota, a uia ana e ia ki a ia: na ka tuhituhia e tera nga rangatira o Hukota me nga kaumatua ano o reira, e whitu tekau ma whitu nga tangata.
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15
|Juízes 8:15|
Na ka tae atu ia ki nga tangata o Hukota, ka mea, Tenei a Tepa raua ko Taramuna, i whakorekore ra koutou ki ahau, i mea ra, Kei tou ringa ranei nga ringa o Tepa raua ko Taramuna e hoatu ai e matou he taro ma au tangata e hemo ra?
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16
|Juízes 8:16|
Na ka mau ia ki nga kaumatua o te pa, ki nga tataramoa hoki o te koraha, ki nga tumatakuru, a whakaakona ana ki ena nga tangata o Hukota.
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17
|Juízes 8:17|
I wahia iho hoki e ia te pourewa o Penuere, a patua iho nga tangata o taua pa.
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18
|Juízes 8:18|
¶ Katahi ia ka mea ki a Tepa raua ko Taramuna, He tangata pehea era i patua ra e korua ki Taporo? Ka mea raua, Ko koe, ko ratou; rite tonu ki to nga tama a te kingi te ahua o tenei, o tenei o ratou.
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19
|Juízes 8:19|
Na ka mea ia, Ko oku teina ratou, ko nga tama a toku whaea: e ora ana a Ihowa, me i whakaorangia era e korua, kihai ahau i patu i a korua.
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20
|Juízes 8:20|
A ka mea ia ki tana matamua, ki a Ietere, Whakatika, patua raua. Heoi kihai taua tamaiti i unu i tana hoari, i te wehi; he tamariki hoki.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva