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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Juízes 16:21|
Na ka hopukia ia e nga Pirihitini, a tikarohia ana ona kanohi; a kawea ana ia e ratou ki raro, ki Kaha; na herea ana ia ki nga mekameka parahi; a he huri mira tana mahi i roto i te whare herehere.
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22
|Juízes 16:22|
¶ Heoi kua timata ano nga makawe o tona mahunga te tupu i muri i tona heunga.
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23
|Juízes 16:23|
Na ka huihui nga rangatira o nga Pirihitini ki te patu i tetahi whakahere nui ki a Rakona, ki to ratou atua, ki te whakamanamana ano hoki: i mea hoki, Kua homai to tatou hoariri a Hamahona e to tatou atua ki to tatou ringa.
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24
|Juízes 16:24|
A, no te kitenga o te iwi i a ia, ka whakamoemiti ki to ratou atua: i mea hoki, Kua homai to tatou hoariri e to tatou atua ki to tatou ringa, te tangata nana to tatou whenua i huna, he tokomaha hoki o tatou i patua e ia.
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25
|Juízes 16:25|
A i o ratou ngakau e koa ana, ka mea ratou, Karangatia a Hamahona, hei mea takaro ma tatou. Katahi ka karangatia a Hamahona i roto i te whare herehere, a takaro ana ia i to ratou aroaro: na ka whakaturia ia e ratou ki waenganui o nga pou.
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26
|Juízes 16:26|
Na ka mea a Hamahona ki te tamaiti i pupuri nei i a ia ki tona ringa, Tukua ahau kia whawha ki nga pou tokomanawa o te whare hei okiokinga atu moku.
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27
|Juízes 16:27|
Na, ki tonu te whare i te tane, i te wahine; i reira ano hoki nga rangatira katoa o nga Pirihitini: i runga ano i te tuanui me te mea e toru mano nga tane, nga wahine, e matakitaki ana ki nga mahi takaro a Hamahona.
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28
|Juízes 16:28|
Katahi ka karanga a Hamahona ki a Ihowa, ka mea, E te Ariki, e Ihowa, kia mahara ki ahau, whakakahangia hoki ahau, e te Atua, i tenei wa kotahi nei, kia ea tonu aianei ki runga i nga Pirihitini toku mate i oku kanohi e rua.
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29
|Juízes 16:29|
Na hopukia atu ana e Hamahona nga pou tokomanawa e rua o waenga, i tu ai, i mau ai te whare, ko tetahi ki tona ringa matau, ko tetahi ki tona maui.
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30
|Juízes 16:30|
Na ka mea a Hamahona, Kia mate tahi ahau me nga Pirihitini. Ko tona tino pikonga iho, me te whakapau ano i tona kaha; heoi hinga ana te whare ki runga ki nga rangatira, ki runga ano hoki ki te iwi katoa i roto. Heoi tini atu i ana i patu ai i to na oranga te hunga i mate i whakamatea nei e ia, i tona matenga.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva