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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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10
|Juízes 17:10|
Na ka mea a Mika ki a ia, E noho ki ahau, a hei matua koe moku, hei tohunga hoki, a kia tekau nga kiriwa e hoatu e ahau ki a koe i te tau, kia kotahi ano te whakaritenga kakahu, me te kai ano mau. Na ka tomo atu te Riwaiti.
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11
|Juízes 17:11|
A pai tonu te Riwaiti kia noho ki taua tangata; a ka meinga taua taitamariki e ia kia rite ki tetahi o ana tama.
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12
|Juízes 17:12|
Na whakatohungatia ana e Mika taua Riwaiti, a ka waiho taua taitama hei tohunga mana, a noho ana i roto i te whare o Mika.
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13
|Juízes 17:13|
Na ka mea a Mika, Katahi ahau ka mohio ka atawhaitia ahau e Ihowa, ina hoki ka riro mai nei te Riwaiti hei tohunga moku.
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1
|Juízes 18:1|
¶ I aua ra kahore o Iharaira kingi: i aua ra hoki e rapu ana te iwi o nga Rani i tetahi kainga mo ratou hei nohoanga; kihai hoki tetahi kainga tupu i tau ki a ratou i roto i nga iwi o Iharaira a tae noa ki taua ra.
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2
|Juízes 18:2|
Na ka tono nga tamariki a Rana i etahi tangata tokorima o to ratou hapu, he hunga maia, i roto i o ratou rohe, i Toraha, i Ehetaoro, hei tutei i te whenua, hei titiro hoki: i mea hoki ki a ratou, Tikina, tirohia te whenua. Na ka tae ratou ki te w henua pukepuke o Eparaima, ki te whare o Mika, noho ana i reira.
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3
|Juízes 18:3|
I a ratou i te whare o Mika, ka mohiotia e ratou te reo o taua taitamariki, o te Riwaiti: na peka ana ki reira, a ka mea ki a ia, Na wai koe i kawe mai ki konei? e aha ana hoki koe i konei? a he aha tau i konei?
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4
|Juízes 18:4|
Na ka mea ia ki a ratou, Ko nga mea tenei i meatia e Mika ki ahau; nana hoki ahau i utu, na hei tohunga ano ahau ki a ia.
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5
|Juízes 18:5|
A ka mea ratou ki a ia, Tena, ui atu ki te Atua kia mohio ai matou ka tika ranei to matou ara e haere nei matou.
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6
|Juízes 18:6|
Na ka mea te tohunga ki a ratou, Haere marie, kei te aroaro o Ihowa to koutou ara e haere na koutou.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva