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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Zacarías 1:1|
¶ I te waru o nga marama, i te rua o nga tau o Tariuha, ka puta mai te kupu a Ihowa ki a Hakaraia, tama a Perekia, tama a Iro poropiti; i mea ia,
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2
|Zacarías 1:2|
Nui atu te riri o Ihowa ki o koutou matua.
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3
|Zacarías 1:3|
Na mea atu ki a ratou, Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano: Tahuri mai ano ki ahau, e ai ta Ihowa o nga mano, a ka tahuri atu ano hoki ahau ki a koutou, e ai ta Ihowa o nga mano.
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4
|Zacarías 1:4|
Kei rite koutou ki o koutou matua, i karanga ra nga poropiti o mua ki a ratou, i mea, Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tahuri mai inaianei i o koutou ara kino, i a koutou mahi kino: otiia kihai ratou i rongo, kihai hoki i whai taringa ki ahau, e ai ta Ihowa.
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5
|Zacarías 1:5|
Ko o koutou matua, kei hea ratou? a ko nga poropiti, e ora tonu ana ranei ratou ake aka?
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6
|Zacarías 1:6|
Na, ko aku kupu me aku tikanga i whakahaua e ahau ki aku pononga, ki nga poropiti, kihai ranei o koutou matua i rokohanga e era? a hoki mai ana ratou, mea ana, Ka pera i ta Ihowa o nga mano i whakaaro ai kia meatia ki a matou, he mea whakarite ki o matou ara, ki a matou mahi; ka pera tonu tana ki a matou.
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7
|Zacarías 1:7|
¶ I te rua tekau ma wha o nga ra o te tekau ma tahi o nga marama, ara o te marama Hepata, i te rua o nga tau o Tariuha, ka puta mai te kupu a Ihowa ki a Hakaraia tama a Perekia, tama a Iro poropiti; i mea ia,
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8
|Zacarías 1:8|
I titiro ahau i te po, na ko tetahi tangata e noho ana i runga i te hoiho whero, a tu ana ia i roto i nga ramarama i te wharua; a i muri atu i a ia ko etahi hoiho, he whero, he kopurepure, he ma.
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9
|Zacarías 1:9|
Na ka mea atu ahau, E toku ariki, he aha enei? A ka ki mai te anahera i korero ki ahau, Maku e whakaatu ki a koe te tikanga o enei.
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10
|Zacarías 1:10|
Na ka oho mai te tangata i tu ra i roto i nga ramarama, ka mea, Ko nga mea enei i unga atu nei e Ihowa hei haereere i te whenua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva