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Maori -
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1
|1 Tessalonicenses 3:1|
¶ Na, i te kore e taea te ngakau te pehi tonu, i pai matou kia mahue ko matou anake i Atene.
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2
|1 Tessalonicenses 3:2|
A tonoa ana e matou a Timoti, to matou teina, he minita na te Atua, he hoa mahi no matou ki te rongopai o te Karaiti, hei whakau i a koutou, hei korero whakamarie ki a koutou mo nga mea o to koutou whakapono.
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3
|1 Tessalonicenses 3:3|
Kei whakangaueuetia tetahi e enei tukinotanga: e matau ana ano hoki koutou he mea momotu ke tatou mo tenei mea.
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4
|1 Tessalonicenses 3:4|
I a matou hoki e noho ana i a koutou, i korero wawe ano matou ki a koutou, tera tatou e tukinotia; ko ia ano tenei, ka matau nei koutou.
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5
|1 Tessalonicenses 3:5|
Na reira i te mea te taea toku ngakau te pehi tonu, ka tono tangata atu ahau kia mohio ai ahau ki to koutou whakapono, kei whakawaia pea koutou e te kaiwhakawai, a maumau kau ta matou mahi.
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6
|1 Tessalonicenses 3:6|
¶ Tena ko tenei, ka tae mai nei a Timoti ki a matou i a koutou, ka pai hoki tana korero ki a matou mo to koutou whakapono, mo to koutou aroha, mo koutou hoki e whai mahara pai ana ki a matou i nga wa katoa, e hiahia ana kia kite i a matou, he pera ano me to matou ki a koutou;
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7
|1 Tessalonicenses 3:7|
Na kua whai whakamarietanga matou i a koutou, e oku teina, i o matou tukinotanga katoa, i o matou matenga, he mea na to koutou whakapono.
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8
|1 Tessalonicenses 3:8|
Ko to matou ora nei hoki tenei, ara kia tu tonu koutou i runga i te Ariki.
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9
|1 Tessalonicenses 3:9|
Me aha hoki he whakawhetai ma matou ki te Atua mo koutou, mo nga hari katoa e hari nei matou ki a koutou, i te aroaro o to tatou Atua?
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10
|1 Tessalonicenses 3:10|
Nui atu ta matou inoi i te po, i te ao, kia kite i o koutou kanohi, kia whakaotia ano hoki e matou nga whai o to koutou whakapono i hapa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva