-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
21
|Jeremias 50:21|
¶ Haere atu ki te whenua o Merataimi, ki reira tatau ai, a ki nga tangata hoki o Pekoro: whakamotitia, whakangaromia rawatia, whaia ratou, e ai ta Ihowa, mahia hoki nga mea katoa i whakahaua e ahau ki a koe.
-
22
|Jeremias 50:22|
He ngangau no te whawhai kei te whenua, he whakangaromanga nui.
-
23
|Jeremias 50:23|
Tona poroporonga rawatanga, wawahia ana te hama o te ao katoa! tona ururutanga o Papurona i roto i nga tauiwi!
-
24
|Jeremias 50:24|
I whakatakotoria e ahau he mahanga mou, a kua mau koe, e Papurona, kihai hoki koe i mohio: kua kitea koe, kua hopukia hoki, mou i totohe ki a Ihowa.
-
25
|Jeremias 50:25|
Kua whakapuaretia e Ihowa tona whare taonga, kua whakaputaina mai e ia ki waho nga patu o tona riri: he mahi hoki ta te Ariki, ta Ihowa o nga mano, hei mahinga ki te whenua o nga Karari.
-
26
|Jeremias 50:26|
Haere mai ki a ia i te pito rawa ra ano, whakapuaretia ona toa: opehia ake hei puranga, whakangaromia rawatia: kaua rawa he wahi ona e mahue.
-
27
|Jeremias 50:27|
Patua ana puru katoa; tukua ratou kia haere ki raro ki te patunga: aue, te mate mo ratou! kua tae mai hoki to ratou ra, te wa e whiua ai ratou.
-
28
|Jeremias 50:28|
Ko te reo o te hunga e rere ana, e mawhiti ana i te whenua o Papurona, hei korero ki te whenua o Hiona i te rapu utu a Ihowa, a to tatou Atua, i te rapu utu mo tona temepara.
-
29
|Jeremias 50:29|
Karangarangatia kia hui nga kaikopere ki te tatau ki Papurona, te hunga katoa e whakapiko ana i te kopere; whakapaea tena pa, karapoi noa; kaua rawa tetahi ona e mawhiti; utua tana mahi; kia rite ki nga mea katoa i mea ai ia ta koutou e mea ai k i a ia: no te mea kua whakapehapeha ia ki a Ihowa, ki te Mea Tapu o Iharaira.
-
30
|Jeremias 50:30|
Mo reira ka hinga ana taitama ki ona huarahi, a ka whakamotitia ana tangata whawhai katoa i taua ra, e ai ta Ihowa.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva