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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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5
|Jeremias 51:5|
Kahore hoki a Iharaira i whakarerea, kahore ano hoki a Hura, e tona Atua, e Ihowa o nga mano; ahakoa kei te kapi to ratou whenua i te hara ki te Mea Tapu o Iharaira.
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6
|Jeremias 51:6|
Rere atu i roto o Papurona, e kuhu he tangata i tona wairua i tona; kei hatepea atu koutou i roto i tona he; no te mea ko te wa tenei o ta Ihowa rapu utu; ka rite tana utu ki a ia.
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7
|Jeremias 51:7|
He kapu koura a Papurona i roto i te ringa o Ihowa, nana i haurangi ai te whenua katoa: kua inumia tona waina e nga iwi; na reira ka haurangi nga iwi.
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8
|Jeremias 51:8|
Inamata kua taka a Papurona, kua pakaru: e tangi ki a ia; e mau i te pama mo tona mamae, me kore noa ia e taea te rongoa.
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9
|Jeremias 51:9|
Tera e rongoatia e matou a Papurona, heoi kihai ia i ora: whakarerea ia, ka haere tatou ki tona whenua, ki tona whenua; no te mea kua tutuki atu tona whakawa ki te rangi, kua rewa ake ki nga kapua ra ano.
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10
|Jeremias 51:10|
Kua whakaputaina e Ihowa to tatou tika: haere mai, kia korerotia e tatou te mahi a Ihowa, a to tatou Atua ki Hiona.
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11
|Jeremias 51:11|
Whakakoia nga pere; puritia nga whakangungu rakau, kia mau: kua whakaohongia e Ihowa te wairua o nga kingi o nga Meri; he tikanga hoki tana mo Papurona kia whakangaromia; no te mea he rapunga utu tenei na Ihowa, he rapunga utu mo tona temepara.
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12
|Jeremias 51:12|
Whakaarahia he kara ki nga taiepa o Papurona, whakakahangia nga kaitiaki, whakaritea nga kaitiaki, whakatakotoria nga pehipehi: kua takoto hoki i a Ihowa, kua oti ano i a ia tana i korero ai mo nga tangata o Papurona.
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13
|Jeremias 51:13|
E te wahine e noho na i runga i nga wai maha, he maha nei ou taonga, kua tae mai tou whakamutunga, te ruri mo tou apo taonga.
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14
|Jeremias 51:14|
Kua oatitia e Ihowa o nga mano tona oranga, kua mea, He pono ka whakakiia koe e ahau ki te tangata, kei te huhu te rite; a ka hamama ratou ki a koe.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva