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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Números 16:11|
Koia koutou ko tau hui katoa ka huihui nei ki a Ihowa: ko Arona hoki, he ha ia, i amauamu ai koutou ki a ia?
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12
|Números 16:12|
¶ Na ka tono tangata a Mohi hei karanga i a Ratana raua ko Apirama, i nga tama a Eriapa: a ka mea raua, E kore maua e hare atu:
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13
|Números 16:13|
He mea iti ianei tau kawe mai i a matou i te whenua e rerengia ana e te waiu, e te honi kia mate ai matou ki te koraha, a ka mea rawa hoki koe i a koe. hei rangatira ki runga i a matou?
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14
|Números 16:14|
Kahore ano hoki koe i kawe i a matou i te whenua e rerengia ana e te waiu, e tona honi, i homai ranei i nga mara, i nga kari, hei kainga: ka pokaia ranei e koe nga kanohi o nga tangata nei: e kore matou e haere atu.
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15
|Números 16:15|
Na ko te tino riringa o Mohi, ka mea ki a Ihowa, Kaua e tahuri ki ta ratou whakahere: kahore ano kia kotahi te kaihe i tangohia e ahau i a ratou, kahore ano ahau i kino noa ki tetahi o ratou.
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16
|Números 16:16|
Na ka mea a Mohi ki a Koraha, Puta mai koutou ko tau hui katoa ki te aroaro o Ihowa apopo, a koe, me ratou ko Arona, apopo:
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17
|Números 16:17|
A me mau e tenei, e tenei o koutou tana tahu kakara, ka mea he whakakakara ki runga, ka kawe ai tena i tana tahu kakara, i tana ki te aroaro o Ihowa, kia rua rau kia rima tekau nga tahu kakara: a koe me tau tahu kakara, a Arona hoki me tana.
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18
|Números 16:18|
Na ka mau ratou ki tana tahu kakara, ki tana tahu kakara, a hoatu ana he ahi ki roto, meatia ana hoki he whakakakara ki runga, a ka tu tahi me Mohi raua ko Arona ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga.
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19
|Números 16:19|
Na ka tawhiua e Koraha te whakaminenga katoa ki a raua ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga: a ka puta mai te kororia o Ihowa ki te whakaminenga katoa.
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20
|Números 16:20|
Na ka korero a Ihowa ki a Mohi raua ko Arona, ka mea,
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Sugestões

Clique para ler Números 7-8
13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva