-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
11
|Números 16:11|
Koia koutou ko tau hui katoa ka huihui nei ki a Ihowa: ko Arona hoki, he ha ia, i amauamu ai koutou ki a ia?
-
12
|Números 16:12|
¶ Na ka tono tangata a Mohi hei karanga i a Ratana raua ko Apirama, i nga tama a Eriapa: a ka mea raua, E kore maua e hare atu:
-
13
|Números 16:13|
He mea iti ianei tau kawe mai i a matou i te whenua e rerengia ana e te waiu, e te honi kia mate ai matou ki te koraha, a ka mea rawa hoki koe i a koe. hei rangatira ki runga i a matou?
-
14
|Números 16:14|
Kahore ano hoki koe i kawe i a matou i te whenua e rerengia ana e te waiu, e tona honi, i homai ranei i nga mara, i nga kari, hei kainga: ka pokaia ranei e koe nga kanohi o nga tangata nei: e kore matou e haere atu.
-
15
|Números 16:15|
Na ko te tino riringa o Mohi, ka mea ki a Ihowa, Kaua e tahuri ki ta ratou whakahere: kahore ano kia kotahi te kaihe i tangohia e ahau i a ratou, kahore ano ahau i kino noa ki tetahi o ratou.
-
16
|Números 16:16|
Na ka mea a Mohi ki a Koraha, Puta mai koutou ko tau hui katoa ki te aroaro o Ihowa apopo, a koe, me ratou ko Arona, apopo:
-
17
|Números 16:17|
A me mau e tenei, e tenei o koutou tana tahu kakara, ka mea he whakakakara ki runga, ka kawe ai tena i tana tahu kakara, i tana ki te aroaro o Ihowa, kia rua rau kia rima tekau nga tahu kakara: a koe me tau tahu kakara, a Arona hoki me tana.
-
18
|Números 16:18|
Na ka mau ratou ki tana tahu kakara, ki tana tahu kakara, a hoatu ana he ahi ki roto, meatia ana hoki he whakakakara ki runga, a ka tu tahi me Mohi raua ko Arona ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga.
-
19
|Números 16:19|
Na ka tawhiua e Koraha te whakaminenga katoa ki a raua ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga: a ka puta mai te kororia o Ihowa ki te whakaminenga katoa.
-
20
|Números 16:20|
Na ka korero a Ihowa ki a Mohi raua ko Arona, ka mea,
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva