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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 17:1|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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2
|Números 17:2|
Korero ki nga tama a Iharaira, tangohia mai ano he tokotoko i tenei, i tenei, o ratou, i nga whare o o ratou matua, i nga ariki katoa o nga whare o o ratou matua, kia kotahi tekau ma rua nga tokotoko: me tuhituhi te ingoa o tenei, o tenei, ki tan a tokotoko.
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3
|Números 17:3|
Me tuhituhi ano hoki te ingoa o Arona ki te tokotoko a Riwai: a kia kotahi te tokotoko ma ia upoko o te whare o o ratou matua.
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4
|Números 17:4|
A me whakatakoto e koe ki roto ki te tapenakara o te whakaminenga ki mua o te whakaaturanga, ki te wahi e tutaki ai ahau ki a koutou.
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5
|Números 17:5|
Na, ko te tangata e whiriwhiri ai ahau, ka pihi tana tokotoko, a ka pehia atu e ahau te amuamu a nga tama a Iharaira, e amuamu nei ki a korua.
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6
|Números 17:6|
Na ka korero a Mohi ki nga tama a Iharaira, a homai ana e o ratou ariki katoa ki a ia, he tokotoko e tenei ariki, he tokotoko e tenei ariki, e nga whare o o ratou matua, kotahi tekau ma rua nga tokotoko: i roto ano i a ratou tokotoko te tokotoko a Arona.
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7
|Números 17:7|
A whakatakotoria ana nga tokotoko e Mohi ki te aroaro o Ihowa ki te tapenakara o te whakaaturanga.
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8
|Números 17:8|
¶ A i te aonga ake, na, ka haere a Mohi ki te tapenakara o te whakaaturanga; e! kua pihi te tokotoko a Arona, ta te whare o Riwai, kua wana, kua rapupuku, kua kohera hoki he puawai, kua hua he aramona.
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9
|Números 17:9|
Na kawea ana e Mohi nga tokotoko katoa i te aroaro o Ihowa ki nga tama katoa a Iharaira: a tirohia iho ana e ratou, tangohia ana hoki e ratou tana tokotoko, tana tokotoko.
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10
|Números 17:10|
Na ka mea a Ihowa ki a Mohi, Whakahokia mai te tokotoko a Arona ki mua i te whakaaturanga, kia tiakina, hei tohu ki te hunga tutu; a ka kore i koe a ratou amuamu e rongo nei ahau, kei mate ratou.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva