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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 33:1|
¶ Ko nga haerenga enei o nga tama a Iharaira i to ratou putanga mai i te whenua o Ihipa i o ratou ropu i raro i te ringa o Mohi raua ko Arona.
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2
|Números 33:2|
I tuhituhia hoki e Mohi o ratou haerenga atu, o ratou whakatikanga atu, he mea ki mai na Ihowa: a ko o ratou whakatikanga atu enei, me o ratou haerenga.
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3
|Números 33:3|
I turia atu i Ramehehe i te marama tuatahi, i te kotahi tekau ma rima o nga ra o te marama tuatahi; no te aonga ake o te kapenga i puta mai ai nga tama a Iharaira, i runga tonu ano te ringa i te tirohanga a nga Ihipiana katoa;
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4
|Números 33:4|
I nga Ihipiana e tanu ana i a ratou matamua katoa, i patua nei e Ihowa i roto i a ratou: a mahi whakawa ana a Ihowa ki o ratou atua.
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5
|Números 33:5|
Na turia ana e nga tama a Iharaira i Ramehehe, a noho ana i Hukota.
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6
|Números 33:6|
I turia i Hukota, a noho ana i Etama, i te pito o te koraha.
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7
|Números 33:7|
I turia i Etama, a tahuri ana whaka Pihahirota ki te ritenga atu o Paarahepona: a noho ana i te ritenga atu o Mikitoro.
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8
|Números 33:8|
I turia i te ritenga atu o Pihahirota, a tika ana na waenganui o te moana ki te koraha; a haere ana, e toru nga ra ki te ara, i te koraha o Etama, a noho ana i Mara.
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9
|Números 33:9|
I turia i Mara, a haere ana ki Erimi: kotahi tekau ma rua hoki nga puna wai i Erimi, e whitu tekau hoki nga nikau; a noho ana ratou i reira.
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10
|Números 33:10|
I turia i Erimi, a noho ana i te taha o te Moana Whero.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva