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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 35:1|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi i nga mania o Moapa, i te wahi o Horano, ki Heriko, i mea,
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2
|Números 35:2|
Whakahaua nga tama a Iharaira kia homai ki nga Riwaiti etahi pa o o ratou kainga ka riro nei i a ratou hei nohoanga; me hoatu ano ki nga Riwaiti nga wahi o waho o aua pa a tawhio noa.
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3
|Números 35:3|
A ko nga pa hei nohoanga mo ratou; ko nga wahi hoki o waho ake mo a ratou kararehe, mo o ratou taonga, mo a ratou kirehe katoa.
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4
|Números 35:4|
A, ko nga wahi o waho o nga pa, e hoatu e koutou ki nga Riwaiti, kia kotahi mano nga whatianga i te taiepa atu ano o te pa, a haere whakawaho a tawhio noa.
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5
|Números 35:5|
Me ruri ano e koutou i waho o te pa, i te taha ki te rawhiti kia rua mano whatianga, i te taha ki te tonga kia rua mano whatianga, i te taha ki te hauauru kia rua mano whatianga, i te taha hoki ki te raki kia rua mano whatianga, a hei waenganui t e pa: ko nga wahi tenei mo ratou o waho i nga pa.
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6
|Números 35:6|
A kia ono nga pa whakaora i roto i nga pa e hoatu e koutou ki nga Riwaiti; me hoatu hei rerenga atu mo te kaiwhakamate: kia wha tekau ma rua hoki nga pa e tapiritia e koutou ki ena.
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7
|Números 35:7|
Ko nga pa katoa e hoatu e koutou ki nga Riwaiti, kia wha tekau ma waru: era, me nga wahi o waho ake.
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8
|Números 35:8|
A hei roto i te wahi tuturu o nga tama a Iharaira nga pa e hoatu e koutou; kia maha i roto i nga mea maha, kia ouou hoki i roto i nga mea ouou, kia rite ki tona kainga e riro i a ia ona pa e hoatu e tera, e tera, ki nga Riwaiti.
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9
|Números 35:9|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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10
|Números 35:10|
Korero ki nga tama a Iharaira, mea atu ki a ratou, E whiti koutou i Horano ki te whenua o Kanaana;
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva