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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 9:1|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi i te koraha o Hinai, i te rua o nga tau o to ratou haerenga mai i te whenua o Ihipa, i te tahi o nga marama, i mea,
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2
|Números 9:2|
Me mahi ano te kapenga e nga tama a Iharaira i tona wa ano.
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3
|Números 9:3|
Me mahi i te tekau ma wha o nga ra o tenei marama, i te ahiahi, i tona wa ano: kia rite ki ona tikanga katoa, ki ona ritenga katoa, ta koutou meatanga.
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4
|Números 9:4|
Na ka korero a Mohi ki nga tama a Iharaira kia mahia te kapenga.
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5
|Números 9:5|
A ka mahia e ratou te kapenga i te tekau ma wha o nga ra o te marama tuatahi, i te ahiahi, i te koraha o Hinai: rite tonu ki nga mea katoa i whakahau ai a Ihowa ki a Mohi ta nga tama a Iharaira i mea ai.
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6
|Números 9:6|
Na tera etahi tangata i poke i te tupapaku, i kore ai e ahei te mahi i te kapenga i taua ra: na ka haere ratou ki te aroaro o Mohi raua ko Arona i taua ra;
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7
|Números 9:7|
A ka mea aua tangata ki a ia, Kua poke matou i te tupapaku: he aha matou te tukua ai ki te whakahere i te whakahere ma Ihowa i tona wa i rite ai, i roto i nga tama a Iharaira?
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8
|Números 9:8|
Na ka mea a Mohi ki a ratou, E tu koutou, a me whakarongo atu ahau ki to Ihowa e whakahau ai mo koutou.
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9
|Números 9:9|
A i korero a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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10
|Números 9:10|
Korero ki nga tama a Iharaira, mea atu, Ki te poke i te tupapaku tetahi o koutou, o o koutou uri ranei, ki te mea ranei kei tawhiti e haere ana, me mahi ano e ia te kapenga ki a Ihowa.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva