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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 6:1|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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2
|Números 6:2|
Korero ki nga tama a Iharaira, mea atu ki a ratou, E momotu te tangata, te wahine ranei i a ia, he ki taurangi na te Natari, mona kia wehea ma Ihowa:
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3
|Números 6:3|
Me wehe ia i a ia kei tata ki te waina, i te wai whakahaurangi ranei, kaua hoki ia e inu i te winika waina, i te winika whakahaurangi, kaua hoki e inu i te wai karepe, a kaua e kai i te karepe hou, maroke ranei.
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4
|Números 6:4|
I nga ra katoa e wehea ai ia kaua ia e kai i tetahi mea no te waina te mea i hanga ai, ahakoa nganga, ahakoa peha.
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5
|Números 6:5|
I nga ra katoa o tanga ki taurangi wehe i a ia, kaua te heu e pa ki tona matenga: kia tutuki ra ano nga ra e wehea ai ia ki a Ihowa, ka tapu ia, a me tuku e ia nga makawe o tona matenga kia tupu, kia roroa.
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6
|Números 6:6|
I nga ra katoa i wehe ai ia i a ia ki a Ihowa kaua ia e whakatata ki te tupapaku.
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7
|Números 6:7|
Kaua ia e whakapoke i a ia mo tona papa, mo tona whaea, mo tona tuakana, teina ranei, mo tona tuahine, ina mate ratou; no te mea kei runga i tona matenga te wehenga a tona Atua.
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8
|Números 6:8|
Ka tapu ia ki a Ihowa i nga ra katoa e wehe ai ia.
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9
|Números 6:9|
A ki te mate tetahi tangata ki tona taha, he mea pa whakarere, a kua poke i a ia tona matenga i wehea nei; na me heu e ia tona matenga i te ra e purea ai ia, me heu e ia i te whitu o nga ra.
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10
|Números 6:10|
A i te waru o nga ra me kawe mai e ia he kukupa kia rua, he pi kikupa ranei kia rua, ki te tohunga, ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva