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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Números 3:1|
¶ Na ko nga whakatupuranga ano hoki enei a Arona raua ko Mohi i te ra i korero ai a Ihowa ki a Mohi i Maunga Hinai.
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2
|Números 3:2|
Ko nga ingoa hoki enei o nga tama a Arona: ko Natapa, ko te matamua, ratou ko Apihu, ko Ereatara, ko Itamara.
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3
|Números 3:3|
Ko nga ingoa enei o nga tama a Arona, o nga tohunga i whakawahia, i whakatohungatia nei e ia hei tohunga,
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4
|Números 3:4|
I mate hoki a Natapa raua ko Apihu ki te aroaro o Ihowa, i ta raua whakaherenga i te ahi ke ki te aroaro o Ihowa, ki te koraha o Hinai, kahore ano hoki a raua tamariki: a i mahi a Ereatara raua ko Itamara i nga mahi a te tohunga i te tirohanga ma i a to raua papa, a Arona.
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5
|Números 3:5|
A i korero a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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6
|Números 3:6|
Whakatataia mai te iwi o Riwai, whakaturia hoki ki te aroaro o Arona tohunga, kia mahi aia ratou ki a ia.
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7
|Números 3:7|
A ma ratou e tiaki nga mea hei tiakanga mana, hei tiakanga hoki ma te whakaminenga katoa, ki mua i te tapenakara o te whakaminenga, e mahi hoki nga mahi o te tapenakara.
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8
|Números 3:8|
Ma ratou ano e tiaki nga mea katoa o te tapenakara o te whakaminenga, me nga mea hei tiakanga ma nga tama a Iharaira, kia mahi ai hoki nga mahi o te tapenakara.
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9
|Números 3:9|
A me hoatu e koe nga Riwaiti ki a Arona ratou ko ana tama: e hoatutia katoatia ana ratou ki a ia mo nga tama a Iharaira.
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10
|Números 3:10|
Me whakarite ano e koe a Arona ratou ko ana tama, a ka u ratou ki ta ratou mahi tohunga: ko te tangata ke e whakatata mai ka whakamatea.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva