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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Números 29:11|
Kia kotahi koati toa hei whakahere hara; me te whakahere hara hei whakamarie, te tahunga tinana tuturu, me tona whakahere totokore, me nga ringihanga.
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12
|Números 29:12|
¶ A hei te tahi tekau ma rima o nga ra o te whitu o nga marama he huihuinga tapu mo koutou; kaua tetahi mahi a te kaimahi e mahia, a kia whitu nga ra e mea hakari ai koutou ki a Ihowa:
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13
|Números 29:13|
Me tapae ano he tahunga tinana, he whakahere ahi, hei kakara reka ki a Ihowa: kia kotahi tekau ma toru nga puru, hei te kuao, kia rua nga hipi toa, kia kotahi tekau ma wha nga reme toa tau tahi, hei nga mea kohakore:
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14
|Números 29:14|
Hei te paraoa pai ano i konatunatua ki te hinu te whakahere totokore; kia toru nga whakatekau ki te puru, o nga puru kotahi tekau ma toru, kia rua nga whakatekau ki te hipi toa, ara o nga hipi toa e rua,
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15
|Números 29:15|
Me te whakatekau ki te reme, o nga reme kotahi tekau ma wha:
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16
|Números 29:16|
Me tetahi koati toa, hei whakahere hara; me te tahunga tinana tuturu ano, me tona whakahere totokore, me tona ringihanga.
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17
|Números 29:17|
Me tuku hoki i te rua o nga ra nga puru kotahi tekau ma rua, hei te kuao, kia rua nga hipi toa, kia tekau ma wha nga reme toa tau tahi, he mea kohakore:
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18
|Números 29:18|
A, ko nga whakahere totokore o aua mea, me nga ringihanga, ara o nga puru, o nga hipi, o nga reme, kia rite ki te maha, kia rite ki te ritenga:
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19
|Números 29:19|
Kia kotahi koati toa ano hei whakahere hara; tera atu ano te tahunga tinana tuturu me tona whakahere totokore, me nga ringihanga.
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20
|Números 29:20|
A, hei te toru o nga ra, kia kotahi tekau ma tahi nga puru, kia rua nga hipi toa, kia tekau ma wha nga reme toa tau tahi, he mea kohakore;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva