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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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6
|Números 36:6|
Ko ta Ihowa tenei i whakahau ai mo nga tamahine a Teropehara; e mea ana, Me marena ratou ki a ratou e pai ai; otiia me marena ki te hapu o te iwi o to ratou papa.
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7
|Números 36:7|
A e kore e riro ke te kainga tupu o tetahi iwi i tetahi iwi atu i roto i nga tama a Iharaira: ka whai hoki nga tama a Iharaira, tera, tera, ki te kainga o te iwi o o ratou matua.
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8
|Números 36:8|
Me marena ano nga tamahine katoa, i a ratou nei tetahi kainga o tetahi o nga iwi o nga tama a Iharaira, ki tetahi o te hapu o te iwi o o ratou papa; kia mau ai te kainga tupu o ona matua i tenei, i tenei, o nga tama a Iharaira.
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9
|Números 36:9|
Kei riro ke hoki te kainga tupu o tetahi iwi i tetahi atu iwi; engari me whai nga iwi o nga tama a Iharaira, ia tangata, ia tangata, ki o ratou kainga ake.
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10
|Números 36:10|
Rite tonu ki ta Ihowa i whakahau ai ki a Mohi, i pera ta nga tamahine a Teropehara:
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11
|Números 36:11|
Ka riro hoki a Mahara, a Tirita, a Hokora, a Mirika, a Noa, nga tamahine a Teropehara, hei wahine ma nga tama a nga teina o to ratou papa.
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12
|Números 36:12|
I marenatia hoki ki nga hapu o nga tama a Manahi, tama a Hohepa, a i mau to ratou kainga tupu ki te iwi o te hapu o to ratou papa.
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13
|Números 36:13|
Ko nga whakahau enei me nga whakaritenga a Ihowa i whakahaua e Mohi ki nga tama a Iharaira i nga mania o Moapa i te wahi o Horano, ki Heriko.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva