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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Números 36:6|
Ko ta Ihowa tenei i whakahau ai mo nga tamahine a Teropehara; e mea ana, Me marena ratou ki a ratou e pai ai; otiia me marena ki te hapu o te iwi o to ratou papa.
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|Números 36:7|
A e kore e riro ke te kainga tupu o tetahi iwi i tetahi iwi atu i roto i nga tama a Iharaira: ka whai hoki nga tama a Iharaira, tera, tera, ki te kainga o te iwi o o ratou matua.
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8
|Números 36:8|
Me marena ano nga tamahine katoa, i a ratou nei tetahi kainga o tetahi o nga iwi o nga tama a Iharaira, ki tetahi o te hapu o te iwi o o ratou papa; kia mau ai te kainga tupu o ona matua i tenei, i tenei, o nga tama a Iharaira.
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9
|Números 36:9|
Kei riro ke hoki te kainga tupu o tetahi iwi i tetahi atu iwi; engari me whai nga iwi o nga tama a Iharaira, ia tangata, ia tangata, ki o ratou kainga ake.
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10
|Números 36:10|
Rite tonu ki ta Ihowa i whakahau ai ki a Mohi, i pera ta nga tamahine a Teropehara:
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11
|Números 36:11|
Ka riro hoki a Mahara, a Tirita, a Hokora, a Mirika, a Noa, nga tamahine a Teropehara, hei wahine ma nga tama a nga teina o to ratou papa.
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12
|Números 36:12|
I marenatia hoki ki nga hapu o nga tama a Manahi, tama a Hohepa, a i mau to ratou kainga tupu ki te iwi o te hapu o to ratou papa.
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13
|Números 36:13|
Ko nga whakahau enei me nga whakaritenga a Ihowa i whakahaua e Mohi ki nga tama a Iharaira i nga mania o Moapa i te wahi o Horano, ki Heriko.
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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva