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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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13
|Zacarías 8:13|
Na i mua hei kanga koutou i roto i nga iwi, e te whare o Hura, e te whare o Iharaira, ka pena te nui o taku whakaora i a koutou, a hei manaakitanga koutou: kaua e wehi, kia kaha o koutou ringa.
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14
|Zacarías 8:14|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa o nga mano, Ka rite ki taku meatanga i te he mo koutou i te whakapataritaringa a o koutou matua ki ahau, e ai ta Ihowa o nga mano, a kihai toku whakaaro i puta ke:
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15
|Zacarías 8:15|
Ka pera ano te hoki ake o toku whakaaro i enei ra ki te pai kia meatia ki Hiruharama, ki te whare ano o Hura: kaua e wehi.
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16
|Zacarías 8:16|
Ko a koutou enei e mea ai; Korerotia te pono ki tona hoa, ki tona hoa; kia pono, kia whai i te rangimarie ta koutou whakarite whakawa i o koutou kuwaha:
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17
|Zacarías 8:17|
Kaua hoki e whakaaroa he kino i roto i o koutou ngakau ki tona hoa, ki tona hoa; kaua ano e arohaina te oati teka; no te mea e kinongia ana enei mea katoa e ahau, e ai ta Ihowa.
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18
|Zacarías 8:18|
¶ I puta ano te kupu a Ihowa o nga mano ki ahau: i mea,
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19
|Zacarías 8:19|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Ko te nohopuku o te wha o nga marama, ko te nohopuku o te rima, ko te nohopuku o te whitu, ko te nohopuku o te ngahuru, hei oranga ngakau ena ki te whare o Hura, hei mea whakahari, hei hakari harakoa; na aroh aina te pono me te ata noho.
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20
|Zacarías 8:20|
Ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Tenei ake ka tae mai he iwi, he tangata i nga pa maha:
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21
|Zacarías 8:21|
A ka haere nga tangata o tetahi pa ki tetahi pa, ka mea, Hapainga, tatou ka haere ki te inoi ki te aroaro o Ihowa, ki te rapu i a Ihowa o nga mano: ka haere ano hoki ahau.
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22
|Zacarías 8:22|
Ae ra, he tini nga iwi, he kaha nga tauiwi e haere mai ki te rapu i a Ihowa o nga mano i Hiruharama, ki te inoi ki te aroaro o Ihowa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva