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Maori -
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17
|Eclesiastes 3:17|
Ka mea ahau i roto i toku ngakau, Tera e whakawakia e te Atua te tangata tika raua ko te tangata kino: no te mea kua takoto te wa i reira mo nga meatanga katoa, mo nga mahi katoa.
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18
|Eclesiastes 3:18|
I mea ahau i roto i toku ngakau, Na te mea mo nga tama a te tangata, he mea na te Atua hei whakaatu i a ratou, kia kite ai ratou he pera noa iho ratou i te kararehe.
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19
|Eclesiastes 3:19|
Ko te mea hoki e pa ana ki nga tama a te tangata, e pa ana ki nga kararehe; kotahi tonu te mea e pa ana ki a ratou; ko te matenga o tetahi rite tonu ki te matenga o tetahi; ae ra, kotahi tonu ano manawa o ratou katoa; kihai hoki te tangata i hip a ake i te kararehe; he horihori hoki te katoa.
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20
|Eclesiastes 3:20|
E haere ana te katoa ki te wahi kotahi; no te puehu nei te katoa, ka hoki ano te katoa ki te puehu.
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21
|Eclesiastes 3:21|
Ko wai e matau ana ki te wairua o te tangata, e haere ana ranei ki runga, ki te wairua ranei o te kararehe, mehemea ranei e heke iho ana ki raro ki te whenua?
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22
|Eclesiastes 3:22|
Na ka kite ahau kahore he pai nui atu i tenei, ara kia koa te tangata ki ana mahi; ko te wahi hoki tera mana: ma wai ia e whakahoki mai, e mea kia kite i nga mea e puta mai i muri i a ia?
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1
|Eclesiastes 4:1|
¶ Na ka tahuri ahau, a ka titiro ki nga tukinotanga katoa e mahia nei i raro i te ra: na ko nga roimata o te hunga i tukinotia, kahore hoki o ratou kaiwhakamarie; a he kaha kei te ringa o o ratou kaitukino, otiia kahore o ratou kaiwhakamarie.
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2
|Eclesiastes 4:2|
Na, ko taku whakamoemiti ki te hunga mate kua mate noa ake, nui atu i taku ki te hunga ora e ora nei.
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3
|Eclesiastes 4:3|
Engari ia pai atu i a raua te tangata kahore ano i whanau noa, kahore ano i kite noa i te mahi he e mahia nei i raro i te ra.
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4
|Eclesiastes 4:4|
¶ Na ka kite ahau i te mauiui katoa, i nga mahi tohunga katoa, he mea hoki tenei e hae ai te tangata ki tona hoa. He horihori ano hoki tenei, a he whai kau i te hau.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva