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Maori -
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|Eclesiastes 3:1|
¶ He taima ano kua takoto mo nga mea katoa, me te wa mo nga meatanga katoa i raro i te rangi:
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|Eclesiastes 3:2|
He wa e whanau ai, he wa e mate ai; he wa e whakato ai, he wa e hutia ai te mea i whakatokia;
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3
|Eclesiastes 3:3|
He wa e patu ai, he wa e rongoa ai; he wa e wawahi iho ai, he wa e hanga ake ai;
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4
|Eclesiastes 3:4|
He wa e tangi ai, he wa e kata ai; he wa e aue ai, he wa e kanikani ai;
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5
|Eclesiastes 3:5|
He wa e akiritia atu ai nga kohatu, he wa e kohikohia ai nga kohatu; he wa e awhi ai, he wa e kore ai e awhi;
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6
|Eclesiastes 3:6|
He wa e rapu ai, he wa e ngaro ai; he wa e tiaki ai; he wa e akiri atu ai;
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7
|Eclesiastes 3:7|
He wa e haehae ai, he wa e tuitui ai; he wa e whakarongo puku ai, he wa e korero ai;
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8
|Eclesiastes 3:8|
He wa e aroha ai, he wa e mauahara ai; he wa e whawhai ai, he wa e mau ai te rongo.
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9
|Eclesiastes 3:9|
He aha te pai ki te kaimahi i tana mea i mauiui ai ia?
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10
|Eclesiastes 3:10|
Kua kite ahau i te raruraru e homai ana e te Atua ki nga tama a te tangata hei whakararu i a ratou.
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Sugestões

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26 de julho LAB 573
O QUEBRADOR DE PEDRAS
Isaías 11-14
Quando li Isaías 14, na minha leitura, tive uma sensação que, para traduzi-la, é necessário contar uma história que encontrei no site www.pregador.com.br, com o título “O QUEBRADOR DE PEDRAS”. Ela estava catalogada sobre o assunto da inveja. Então, imagine a sensação que tive ao ler esse capítulo.
Segundo a lenda (que é apenas para ilustrar), diz que havia um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras. Era o quebrador de pedras. Apesar do fato de ter saúde, emprego e família, ele vivia permanentemente insatisfeito.
Certo dia, ele passou em frente à casa de um homem muito rico e importante. Ele sentiu uma terrível inveja, quando viu aquele homem cercado de bens valiosos e pessoas importantes. Do mais profundo do seu ser, pensou: “Ah... como eu queria ser aquele homem!” Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Foi colocado no lugar do rico.
Mas quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.
Quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do Sol do meio-dia. Então, ele invejou o Sol e... plim!
Ao começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão. Invejou a nuvem escura e... plim!
Quando ia tapar os raios do Sol, passou um forte vento e jogou a nuvem para longe. Invejou o vento e... plim!
E quando ia jogar as nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.
Ah... Agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.
Mas foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarzinho.
Interessante! A inveja só pode levar a uma coisa: autodestruição.
Houve um tempo em que tudo era perfeito e ninguém sofria. Mas um anjo infeliz resolveu experimentar algo que não seria bom: ter inveja. A tentação não é pecado, o pecado é alimentá-la. Hoje, arcamos com as consequências dessa inveja: a existência do diabo e o inferno no qual nós precisamos viver.
Não compensa invejar nada de ninguém. Cultive o contentamento e você será muito feliz!
Valdeci Júnior
Fátima Silva