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Maori -
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|Eclesiastes 12:1|
¶ Kia mahara ra ki tou Kaihanga i nga ra o tou tamarikitanga, i te mea kahore ano kia tae noa mai nga ra o te kino, a kahore ano kia tata mai nga tau e ki ai koe, Kahore oku ahuareke ki enei tau;
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2
|Eclesiastes 12:2|
I te mea kahore ano kia pouri noa te ra, te marama, te marama, me nga whetu, a kahore ano kia hoki mai nga kapua i muri i te ua:
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3
|Eclesiastes 12:3|
I te ra e wiri ai nga kaitiaki o te whare, a ka piko iho nga tangata marohirohi, ka mutu ano hoki ta nga kaihuri, no te mea he torutoru ratou, ka pouri ano hoki nga mea e titiro mai nei i nga matapihi.
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4
|Eclesiastes 12:4|
A ka tutakina nga tatau i te huarahi; a ka iti te haruru o te huri, a ka ara ake tetahi i te tangi o te manu, ka whakahokia iho hoki ki raro nga kotiro katoa o te waiata;
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5
|Eclesiastes 12:5|
Ae ra, ka wehi ratou i te mea tiketike, kei te huarahi hoki nga mea whakamataku; a ka puawai te aramona, ka taimaha ano hoki te mawhitiwhiti, ka iti haere te hiahia: ka haere nei hoki te tangata ki tona whare tuturu, a ka haereere nga kaitangi i nga huarahi:
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6
|Eclesiastes 12:6|
I te mea kahore ano kia mawheto noa te aho hiriwa, kia pakaru noa ranei te oko koura, kia pakaru ranei te haka ki te puna, kia pakaru te wira ki te poka wai;
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7
|Eclesiastes 12:7|
A ka hoki te puehu ki te whenua, ki tona ahua o mua, a ka hoki te wairua ki te Atua nana nei i homai.
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8
|Eclesiastes 12:8|
¶ He horihori, he tino horihori, e ai ta te Kaikauwhau; he horihori te katoa.
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9
|Eclesiastes 12:9|
Na no te mea he tangata whakaaro nui te Kaikauwhau, koia i whakaakona tonutia ai e ia te iwi ki te matauranga; ae ra, i whakaaroaro ia, i rapu, a i ata whakatakotoria e ia nga whakatauki maha.
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10
|Eclesiastes 12:10|
I whai te Kaikauwhau kia kitea nga kupu huatau: he mea tika ano te mea i tuhituhia, he kupu pono.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva