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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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10
|Jeremias 4:10|
Ano ra ko ahau, Aue, e te Ariki, e Ihowa, kua pohehe rawa i a koe tenei iwi, a Hiruharama ano, i te kupu nei, Ka mau te rongo ki a koutou. Tena ia, kua pa te hoari ki te wairua.
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11
|Jeremias 4:11|
I taua wa ka korerotia ki tenei iwi, ki Hiruharama ano, He hau wera no nga wahi tiketike i te koraha e tika mai ana ki te tamahine a taku iwi, ehara i te mea hei powhiriwhiri, hei tahi ranei;
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12
|Jeremias 4:12|
He hau totopu no aua wahi ka tae mai ki ahau. Akuanei ahau whakapuaki ai i te whakawa mo ratou.
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13
|Jeremias 4:13|
Nana, ko tona haerenga mai ka rite ki nga kapua, rite tonu ano ona hariata ki te tukauati; he tere rawa ona hoiho i te ekara. Aue, te mate mo tatou! kei te pahuatia hoki tatou.
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14
|Jeremias 4:14|
Horoia atu te kino o tou ngakau, e Hiruharama, kia ora ai koe. Kia pehea te roa o te noho o ou whakaaro kino i roto i a koe?
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15
|Jeremias 4:15|
No te mea e whakaatu mai ana he reo i Rana, e mea ana hoki i te kino kia rangona I maunga Eparaima.
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16
|Jeremias 4:16|
Korero ki nga iwi; nana, kia rangona te he mo Hiruharama, kei te haere mai he kaitiaki i te whenua tawhiti, ka puaki to ratou reo mo nga pa o Hura.
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17
|Jeremias 4:17|
Ko ta ratou ki a ia rite tonu ki ta nga kaitiaki o te mara i tetahi taha, i tetahi taha, mona i tutu ki ahau, e ai ta Ihowa.
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18
|Jeremias 4:18|
Na tou ara, na au mahi, enei i pa ai ki a koe; nou tenei he; he kawa hoki, kua pa hoki ki tou ngakau.
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19
|Jeremias 4:19|
¶ Oku whekau, oku whekau! mamae pu a roto o toku ngakau, oho ana toku ngakau i roto i ahau; e kore ahau e whakarongo puku; kua rongo hoki koe, e toku wairua, ki te tangi o te tetere, ki te hamama o te whawhai.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva