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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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25
|Jeremias 3:25|
Takoto tatou i roto i to tatou whakama, ma to tatou matangerengere tatou e hipoki: kua hara hoki tatou ki a Ihowa, ki to tatou Atua, tatou ko o tatou matua, no to tatou tamarikitanga ake ano a mohoa noa nei; kihai hoki tatou i rongo ki te reo o Ihowa, o to tatou Atua.
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1
|Jeremias 4:1|
¶ Ki te mea ka hoki mai koe e Iharaira, e ai ta Ihowa, hoki mai ki ahau; ki te whakarerea ano e koe au mea whakarihariha i toku aroaro, e kore koe e riro ke;
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2
|Jeremias 4:2|
Ka oati ano koe, Kei te ora a Ihowa i runga i te pono, i te whakawa ai, ki te tika, mana hoki nga iwi ka whakapai ai ki a ratou ano, ka whakamanamana ano ratou ki a ia.
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3
|Jeremias 4:3|
¶ Ko te kupu hoki tenei a Ihowa ki nga tangata o Hura, a ki Hiruharama, Ngakia ta koutou patohe: kaua hoki e whakato ki roto ki nga tataramoa.
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4
|Jeremias 4:4|
Kotia hoki koutou, hei mea ki a Ihowa, whakarerea hoki nga kiri matamata o o koutou ngakau, e nga tangata o Hura, e te hunga ano e noho ana i Hiruharama; kei puta toku riri ano he ahi, kei mura, a kahore e tineia, mo te kino hoki o a koutou mahi.
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5
|Jeremias 4:5|
¶ Karangatia i roto i a Hura, kia rongo a Hiruharama, mea atu, Whakatangihia te tetere ki te whenua: karanga, mea atu, Whakamine mai, tatou ka haere ki nga pa taiepa.
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6
|Jeremias 4:6|
Whakaarahia te kara ki te ritenga o Hiona, putere atu koutou, kaua e tu; no te mea ka kawea mai e ahau he kino i te raki, he whatianga nui.
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7
|Jeremias 4:7|
Kei te haere mai he raiona i tona urupuia rakau, kei te ara ano he kaiwhakangaro mo nga tauiwi; kei te ara ia, kua puta mai ia i tona wahi; hei whakangaro i tou whenua, hei mea i ou pa kia ururua, kahore he tangata hei noho.
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8
|Jeremias 4:8|
Mo konei whitikiria he kakahu taratara ki a koutou, e tangi, aue; no te mea kahore te muranga o to Ihowa riri e tahuri atu i a tatou.
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9
|Jeremias 4:9|
I taua ra, e ai ta Ihowa, ka pirau te ngakau o te kingi, me te ngakau o nga rangatira; a ka miharo nga tohunga, a ko nga poropiti ketekete kau ana.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva