-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
4
|Jeremias 14:4|
I te ngatata o te oneone, kahore ano nei hoki he ua ki runga ki te whenua, ka whakama nga kaiparau, ka hipoki i o ratou mahunga.
-
5
|Jeremias 14:5|
Ae ra, ko te hata ano, whanau ana ia i waenga parae, a whakarerea ake e ia tana kuao, no te mea kahore he tarutaru.
-
6
|Jeremias 14:6|
Na ka tu nga kaihe mohoao i runga i nga wahi tiketike, ka kihakiha ano he kirehe mohoao; matawaia ana o ratou kanohi, kahore hoki he otaota.
-
7
|Jeremias 14:7|
Ahakoa whakaatu noa o matou kino i to matou he, e mahi koe, e Ihowa, kia mahara hoki ki tou ingoa: kua tini nei hoki o matou tahuritanga ketanga, kua hara matou ki a koe.
-
8
|Jeremias 14:8|
E koe, e te tumanako a Iharaira, e tona kaiwhakaora i te wa o te raru, he aha koe i noho ai i te whenua ano he manene, i rite ai ki te tangata haere e peka ana ki tetahi moenga mona i te po?
-
9
|Jeremias 14:9|
He aha koe i rite ai ki te tangata e ketekete kau ana, ki te marohirohi e kore nei e kaha ki te whakaora? kei waenganui ano ia koe i a matou, e Ihowa, kua huaina tou ingoa mo matou; kaua hoki matou e whakarerea.
-
10
|Jeremias 14:10|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa ki tenei iwi, He pena tonu to ratou matenui ki te taihaere; kihai i kaiponuhia o ratou waewae; no reira kahore a Ihowa e manako ki a ratou; ka mahara ia aianei ki o ratou he, a ka whiu i o ratou hara.
-
11
|Jeremias 14:11|
A ka mea a Ihowa ki ahau, Kaua e inoi mo tenei iwi ki te pai mo ratou.
-
12
|Jeremias 14:12|
Ka nohopuku ratou, e kore ahau e rongo ki ta ratou karanga; ka whakaekea e ratou te tahunga tinana me te whakahere, e kore ahau e manako ki a ratou; engari ka poto ratou i ahau, i te hoari, i te hemokai, i te mate uruta.
-
13
|Jeremias 14:13|
Ano ra ko ahau, Aue, e te Ariki, e Ihowa, nana, ko nga poropiti te mea nei ki a ratou, E kore koutou e kite i te hoari, e kore ano te hemokai e pa ki a koutou; engari maku e mea kia tuturu rawa te mau o te rongo ki a koutou i tenei wahi.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva