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Maori -
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12
|Jeremias 15:12|
E taea ranei e tetahi te wahi te rino, te rino o te raki, te parahi ranei?
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13
|Jeremias 15:13|
Ka hoatu e ahau ou rawa me ou taonga hei taonga parakete, kahore hoki he utu, a hei mea tera mo ou hara katoa, ara i ou rohe katoa.
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14
|Jeremias 15:14|
A ka meinga ratou e ahau kia haere tahi me ou hoariri ki te whenua kihai i mohiotia e koe: no te mea kei te ngiha he ahi i ahau e riri nei, ka tonu atu ki a koutou.
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15
|Jeremias 15:15|
¶ E Ihowa, e mohio ana koe; mahara ki ahau, tirohia ahau, rapua he utu mo toku matenga i oku kaitukino; kaua ahau e tangohia atu i a koe ka puhoi nei ki te riri: kia mohio koe, mou ahau i tawaia ai.
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16
|Jeremias 15:16|
I kitea au kupu, a kainga ake e ahau; a ki ahau hei whakakaoa, hei whakahari au kupu mo toku ngakau: kua huaina hoki tou ingoa moku, e Ihowa, e te Atua o nga mano.
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17
|Jeremias 15:17|
Kihai ahau i noho i roto i te whakaminenga o te hunga whakahi, kihai i whakamanamana atu; i noho mokemoke ahau, he whakaaro ki tou ringa: kua whakakiia nei hoki ahau e koe ki te riri.
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18
|Jeremias 15:18|
He aha toku mamae i mau tonu ai, toku patunga te mahu ai, te pai ai ki te rongoa? ka rite rawa ranei koe ki ahau me te awa paremoremo, me nga wai e kore e mau?
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19
|Jeremias 15:19|
Mo reira ko te kupu tenei a Ihowa, Ki te hoki koe na ka whakahokia koe e ahau, kia tu ai koe ki toku aroaro; a ki te tangohia atu e koe te mea utu nui i te mea kino, ka rite koe ki toku mangai: ko ratou e hoki ki a koe, kaua ia koe e hoki ki a r atou.
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20
|Jeremias 15:20|
Ka meinga hoki koe e ahau ki tenei iwi hei taiepa parahi; a ka whawhai ratou ki a koe, otiia e kore ratou e kaha ki a koe; no te mea kei a koe ahau hei whakaora i a koe, e mawhiti ai koe, e ai ta Ihowa.
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21
|Jeremias 15:21|
Ka meinga ano koe e ahau kia mawhiti i roto i te ringa o te hunga kino, ka hokona ano koe e ahau i roto i te ringa o te hunga nanakia.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva