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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Apocalipse 11:1|
¶ Na kua homai ki ahau he kakaho e rite ana ki te tokotoko: a ka mea mai tetahi, E ara, ka whanganga i te whare o te Atua, me te aata, me te hunga e koropiko ana i roto.
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2
|Apocalipse 11:2|
Me whakarere ia ki waho te marae i te taha ki waho o te whare tapu, kaua tera e whangangatia; kua hoatu hoki ki nga tauiwi: a e takatakahia e ratou te pa tapu, e wha tekau ma rua nga marama.
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3
|Apocalipse 11:3|
¶ A maku e hoatu he tikanga ki aku kaiwhakaatu tokorua, e poropiti hoki raua, kotahi mano e rua rau e ono tekau nga ra, he taratara ano te kakahu.
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4
|Apocalipse 11:4|
Ko nga oriwa e rua enei, me nga turanga rama e rua, e tu nei i te aroaro o te Ariki o te whenua.
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5
|Apocalipse 11:5|
A ki te mea tetahi ki te tukino i a raua, ka puta mai he kapura i o raua mangai, e pau ai o raua hoariri: ki te mea hoki tetahi ki te tukino i a raua, ko te whakamatenga tenei mona.
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6
|Apocalipse 11:6|
Kei a raua te tikanga mo te kopani i te rangi, kia kaua e ua te ua i nga ra o ta raua poropititanga: kei a raua ano te tikanga mo te whakaputa ke i nga wai hei toto, mo te patu ano i te whenua ki nga patunga katoa, i nga wa e pai ai raua.
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7
|Apocalipse 11:7|
A, no ka mutu ta raua whakaatu, ka whawhai ki a raua te kararehe e haere ake ana i roto i te poka torere, a e taea raua e ia, e whakamatea raua.
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8
|Apocalipse 11:8|
Ka takoto ano o raua tinana ki te huarahi o te pa nui, e huaina wairuatia nei ko Horoma, ko Ihipa, ki te wahi hoki i ripekatia ai to raua Ariki.
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9
|Apocalipse 11:9|
A e toru nga ra me te hawhe e tirohia ai o raua tinana e nga huihuinga tangata, e nga hapu, e nga reo, e nga iwi, e kore ano hoki e tukua o raua tinana kia hoatu ki te urupa.
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10
|Apocalipse 11:10|
Ka koa hoki ki a raua te hunga e noho ana i te whenua, ka harakoa, ka tapae taonga tetahi ki tetahi; no te mea i whakamamae enei poropiti tokorua i te hunga e noho ana ki te whenua.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva