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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Apocalipse 12:1|
¶ Na ka kitea he tohu nui i te rangi; he wahine, ko te ra tona kakahu, ko te marama kei raro i ona waewae, i runga ano i tona matenga ko nga whetu kotahi tekau ma rua hei karaunga:
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2
|Apocalipse 12:2|
Kua hapu hoki ia, na karanga ana, oke ana, he mamae whanautanga.
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3
|Apocalipse 12:3|
A ka kitea tetahi atu tohu i te rangi, na, he tarakona nui, he mea whero, e whitu ona mahunga, tekau ona haona, e whitu ano nga karauna i runga i ona mahunga.
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4
|Apocalipse 12:4|
A e kumea ana e tona hiku te wahi tuatoru o nga whetu o te rangi, maka ana e ia ki te whenua: a ka tu te tarakona i te aroaro o te wahine i mea nei ki te whanau, hei kai i tana tamaiti ina whanau.
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5
|Apocalipse 12:5|
Na ka whanau te tamaiti a te wahine ra, he tane, ko ia hei whakahaere tikanga mo nga iwi katoa ki te tokotoko rino: na kua kahakina atu tana tamaiti ki te Atua, ki tona torona hoki.
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6
|Apocalipse 12:6|
A ka oma te wahine ra ki te koraha, kua rite noa ake hoki i te Atua he kainga mona ki reira, ki reira whangainga ai ia, kia taka ra ano nga ra kotahi mano e rua rau e ona tekau.
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7
|Apocalipse 12:7|
Na he whawhai tera kei te rangi: ko Mikaera ratou ko ana anahera e whawhai ana ki te tarakona; whawhai ana hoki te tarakona ratou ko ana anahera;
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8
|Apocalipse 12:8|
A kihai ratou i toa; kihai ano hoki to ratou wahi i kitea i te rangi i muri iho.
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9
|Apocalipse 12:9|
Na ka maka te tarakona nui, te nakahi onamata, e huaina nei ko te Rewera, ko Hatana hoki, e whakapohehe nei i te ao katoa: ka maka ia ki te whenua, a i maka tahitia ana anahera me ia.
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10
|Apocalipse 12:10|
A ka rongo ahau i te reo nui i te rangi e ki ana, Tenei kua tae mai te whakaoranga, te kaha, me te rangatiratanga o to tatou Atua, me te mana hoki o tana Karaiti: no te mea kua whakataka te kaiwhakapae ki o tatou teina, e whakapae nei ki a ratou i te ao, i te po, i te aroaro o to tatou Atua.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva