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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Apocalipse 15:1|
¶ A i kite ahau i tetahi atu tohu i te rangi, he mea nui, he mea whakamiharo, tokowhitu nga anahera kei a ratou nga whiu whakamutunga e whitu; ko te whakaotinga hoki enei o te riri a te Atua.
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2
|Apocalipse 15:2|
A ka kite ahau he mea e rite ana ki te moana karaihe, he mea whakananu ki te kapura; me te hunga i kaha i te kararehe, i tona whakapakoko hoki, i tana tohu, i te whika ano hoki o tona ingoa, e tu ana i runga i te moana karaihe, kei a ratou ano ng a hapa a te Atua.
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3
|Apocalipse 15:3|
Kei te waiata hoki ratou i te waiata a Mohi, pononga a te Atua, me te waiata ano a te Reme; i mea ratou, He nui au mahi, e miharotia ana, e te Ariki, e te Atua Kaha Rawa; tika tonu ou ara, pono tonu, e te Kingi o nga whakatupuranga.
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4
|Apocalipse 15:4|
Ko wai e kore e wehi i a koe, e te Ariki, e kore hoki e whakakororia i tou ingoa? ko koe anake hoki te tapu ana; ka haere mai hoki nga tauiwi katoa, ka koropiko ki tou aroaro; kua whakakitea hoki au tikanga tika.
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5
|Apocalipse 15:5|
¶ A i muri iho i enei mea ka kite ahau, na kua puare te whare tapu o te tapenakara o te whakaaturanga i te rangi:
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6
|Apocalipse 15:6|
Na ka puta mai i roto i te whare tapu nga anahera e whitu, i a ratou nei nga whiu e whitu, he mea tatai ki te kohatu utu nui, kahore he koha, kanapa tonu, a ko o ratou uma he mea whitiki ki te whitiki koura.
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7
|Apocalipse 15:7|
A ka hoatu e tetahi o nga mea ora e wha ki nga anahera e whitu etahi oko koura e whitu, ki tonu i te riri o te Atua e ora nei a ake ake.
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8
|Apocalipse 15:8|
Na kua ki te whare tapu i te paoa, he mea na te kororia o te Atua, na tona kaha hoki: kihai hoki tetahi tangata i ahei te tomo ki te whare tapu, kia mutu ra ano nga whiu e whitu a nga anahera e whitu.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva