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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Apocalipse 2:1|
¶ Tuhituhi atu ki te anahera o te hahi i Epeha; Ko nga kupu enei a te kaipupuri i nga whetu e whitu i tona matau, e haereere ana i waenganui o nga turanga rama koura e whitu;
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2
|Apocalipse 2:2|
Ka matau ahau ki au mahi, ki tou uaua, ki tou manawanui, e kore hoki koe e ata hanga ki te hunga kino: kua whakamatautauria hoki e koe te hunga e mea nei he apotoro ratou, a ehara, kua mau i a koe he hunga teka ratou:
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3
|Apocalipse 2:3|
I whakamanawanui koe, i mahi tonu, ahakoa pehia, he whakaaro ki toku ingoa, kahore hoki i hoha.
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4
|Apocalipse 2:4|
Otira he mea ano taku ki a koe, kua whakarerea e koe tou aroha tuatahi.
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5
|Apocalipse 2:5|
Na, kia mahara ki te wahi i taka iho ai koe, ripeneta, mahia hoki nga mahi o mua; ki te kahore, ka hohoro toku haere atu ki a koe, ka nekehia atu e ahau tou turanga rama i tona wahi, ki te kore koe e ripeneta.
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6
|Apocalipse 2:6|
Ko tenei ia tau na, e kino ana koe ki nga hanga a nga Nikoraiti, e kinongia nei hoki e ahau.
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7
|Apocalipse 2:7|
Ko te tangata he taringa tona, kia rongo ia ki ta te Wairua e mea nei ki nga hahi: Ko te tangata i a ia te wikitoria, ka hoatu e ahau mana e kai to te rakau o te ora, e tu ana i waenganui o te Paraiha o te Atua.
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8
|Apocalipse 2:8|
¶ Tuhituhi atu hoki ki te anahera o te hahi i Hamurana; Ko nga kupu enei a te tuatahi, a te whakamutunga, i mate nei, a kua ora ano:
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9
|Apocalipse 2:9|
Ka matau ahau ki tou tukinotanga, ki tou rawakoretanga; engari he whai rawa tonu koe; e matau ana ano ahau ki nga hahani a te hunga e mea nei he Hurai ratou, a ehara, engari ko te whakamenenga ratou a Hatana.
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10
|Apocalipse 2:10|
Kaua e wehi ki nga mamae meake nei pa ki a koe; na, tera e maka etahi o koutou e te rewera ki te whare herehere, kia whakamatautauria ai koutou; a ka whakamamaetia koutou kotahi tekau nga ra. Kia pono koe a mate noa, a maku e hoatu ki a koe te k arauna o te ora.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva