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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Apocalipse 1:11|
E mea ana, Tuhituhia ki te pukapuka tau e kite nei, tukua atu hoki ki nga hahi e whitu i Ahia; ki Epeha, ki hamurana, ki Perekamu, ki Taiataira, ki Harariha, ki Parerepia, ki Raorikia.
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12
|Apocalipse 1:12|
Na ka tahuri ake ahau kia kite i te reo i korero nei ki ahau. A, i taku tahuritanga ake, ka kite ahau i nga turanga rama koura e whitu;
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13
|Apocalipse 1:13|
A i waenganui o nga turanga rama ko tetahi e rite ana ki te Tama a te tangata, ko tona kakahu tatu noa ki nga waewae, he mea whitiki te uma ki te whitiki koura;
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14
|Apocalipse 1:14|
A ko tona matenga me nga makawe ma tonu, ano he wuuru ma, he hukarere; ko ona kanohi, ano he mura ahi;
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15
|Apocalipse 1:15|
A ko ona waewae rite tonu ki te parahi pai, ano e ka ana i roto i te oumu; ko tona reo, ano ko te tangi a nga wai maha.
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16
|Apocalipse 1:16|
E whitu hoki nga whetu i tona ringa matau: a i puta mai i tona mangai he hoari matarua, he mea koi: ko tona kanohi, ano kei te ra ina kaha te whiti mai.
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17
|Apocalipse 1:17|
A, no toku kitenga i a ia, hinga ana ahau ki ona waewae, ano he tangata kua mate. Na ka whakapangia mai e ia tona ringaringa matau ki ahau, ka mea ki ahau, Kaua e mataku; ko ahau te tuatahi, te whakamutunga:
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18
|Apocalipse 1:18|
Ko ahau te Mea Ora; i mate hoki ahau i mua, na, e ora nei a ake tonu atu, kei ahau ano nga ki o te mate raua ko te reinga.
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19
|Apocalipse 1:19|
Na reira tuhituhia nga mea kua kite nei koe, nga mea onaianei nei, me nga mea e puta mai a muri ake nei;
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20
|Apocalipse 1:20|
Ko te mea ngaro, ko nga whetu e whitu i kite nei koe i toku matau, me nga turanga rama koura e whitu. Ko nga whetu e whitu, ko nga anahera o nga hahi e whitu: ko nga turanga rama e whitu, ko nga hahi e whitu.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva