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Maori -
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19
|Eclesiastes 5:19|
Ko nga tangata katoa hoki i homai ai e te Atua he taonga, he rawa, i tukua mai ai ki a ratou te tikanga mo te kai i tetahi wahi o aua mea, mo te tango i te wahi ma ratou, a kia koa ratou i to ratou mauiui; he mea homai tenei na te Atua.
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20
|Eclesiastes 5:20|
E kore hoki e nui tona mahara ki nga ra i ora ai ia; no te mea he koa mo tona ngakau ta te Atua i whakahoki ai ki a ia.
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1
|Eclesiastes 6:1|
¶ Tera tetahi he i kitea e ahau i raro i te ra, he mea taimaha ano ki runga ki nga tangata:
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2
|Eclesiastes 6:2|
He tangata i homai nei e te Atua ki a ia he taonga, he rawa, he kororia, a kihai tona wairua i hapa ki tetahi mea i hiahia ai ia, otiia kihai i tukua e te Atua ki a ia te tikanga mo te kai i tetahi wahi o aua mea, engari kainga ana e te tangata k e. He horihori tenei, he mate kino.
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3
|Eclesiastes 6:3|
Ki te kotahi rau nga tamariki a tetahi tangata, a he maha nga tau e ora ai ia, maha atu nga ra o ona tau, a kahore tona wairua i ngata i te pai, kahore hoki ia e whai tanumanga; e mea ana ahau tera noa atu te pai o te materoto i a ia.
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4
|Eclesiastes 6:4|
I haere mai hoki tera i runga i te horihori, a haere atu ana i runga i te pouri, a ka taupokina tona ingoa e te pouri.
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5
|Eclesiastes 6:5|
Kihai hoki ia i kite i te ra, kihai ano i mohio ki a ia; nui atu to tenei okioki i to tera;
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6
|Eclesiastes 6:6|
Ae, ahakoa kotahi mano topu nga tau i ora ai ia, heoi kahore he pai i kitea e ia. He teka ianei e haere ana te katoa ki te wahi kotahi?
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7
|Eclesiastes 6:7|
¶ Ko nga mea katoa i mauiui ai te tangata hei mea ano mo tona mangai, otiia e kore tona wairua e makona.
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8
|Eclesiastes 6:8|
He aha oti ta te tangata whakaaro nui e hira ake ana i ta te wairangi? He aha hoki ta te ware, e mohio nei ki te haere i te aroaro o te hunga ora?
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva