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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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16
|Marcos 2:16|
A, no te kitenga o nga karaipi a nga Parihi i a ia e kai tahi ana me nga pupirikana, me nga tangata hara, ka mea ki ana akonga, Kei te kai tahi ia, kei te inu tahi me nga pupirikana me nga tangata hara.
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17
|Marcos 2:17|
A, i te rongonga o Ihu, ka mea ia ki a ratou, Kahore he aha o nga tangata ora e meatia ai e te rata, engari o te hunga e mate ana: kihai hoki ahau i haere mai ki te karanga i te hunga tika, engari i te hunga hara.
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18
|Marcos 2:18|
¶ Na kei te nohopuku nga akonga a Hoani ratou ko a nga Parihi: a ka haere mai ratou, ka mea ki a ia, He aha nga akonga a Hoani me a nga Parihi ka nohopuku ai, tena ko au akonga kahore e nohopuku?
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19
|Marcos 2:19|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, E ahei ranei nga tama o te whare marena te nohopuku i te mea kei a ratou te tane marena hou? e kore ratou e ahei te nohopuku i nga wa kei a ratou nei te tane marena hou.
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20
|Marcos 2:20|
Na tera e tae mai nga ra e tangohia ai te tane marena hou i a ratou, katahi ratou ka nohopuku i aua ra.
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21
|Marcos 2:21|
E kore e tuia e te tangata tetahi wahi o te kahu hou, hei papaki mo te kahu tawhito; kei riro tetahi wahi o te kahu tawhito i tona whakakapi hou, a ka nui rawa te pakaru.
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22
|Marcos 2:22|
E kore hoki e ringihia e te tangata te waina hou ki nga ipu tawhito: kei pakaru nga ipu i te waina hou, a ka maringi te waina, kore ake nga ipu: engari me riringi te waina hou ki nga ipu hou.
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23
|Marcos 2:23|
A, i a ia e haere ana i waenga witi i te hapati, ka anga ana akonga ka ka kato haere i nga puku witi.
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24
|Marcos 2:24|
Na ka mea nga Parihi ki a ia, Na, he aha ratou ka mahi ai i te mea e kore e tika i te hapati?
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25
|Marcos 2:25|
A ka mea ia ki a ratou, Kahore ano koutou i kite noa i ta Rawiri i mea ai, i a ia e ngaua ana e te hiakai, ratou ko ona hoa?
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva