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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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16
|Marcos 2:16|
A, no te kitenga o nga karaipi a nga Parihi i a ia e kai tahi ana me nga pupirikana, me nga tangata hara, ka mea ki ana akonga, Kei te kai tahi ia, kei te inu tahi me nga pupirikana me nga tangata hara.
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17
|Marcos 2:17|
A, i te rongonga o Ihu, ka mea ia ki a ratou, Kahore he aha o nga tangata ora e meatia ai e te rata, engari o te hunga e mate ana: kihai hoki ahau i haere mai ki te karanga i te hunga tika, engari i te hunga hara.
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18
|Marcos 2:18|
¶ Na kei te nohopuku nga akonga a Hoani ratou ko a nga Parihi: a ka haere mai ratou, ka mea ki a ia, He aha nga akonga a Hoani me a nga Parihi ka nohopuku ai, tena ko au akonga kahore e nohopuku?
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19
|Marcos 2:19|
Na ka mea a Ihu ki a ratou, E ahei ranei nga tama o te whare marena te nohopuku i te mea kei a ratou te tane marena hou? e kore ratou e ahei te nohopuku i nga wa kei a ratou nei te tane marena hou.
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20
|Marcos 2:20|
Na tera e tae mai nga ra e tangohia ai te tane marena hou i a ratou, katahi ratou ka nohopuku i aua ra.
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21
|Marcos 2:21|
E kore e tuia e te tangata tetahi wahi o te kahu hou, hei papaki mo te kahu tawhito; kei riro tetahi wahi o te kahu tawhito i tona whakakapi hou, a ka nui rawa te pakaru.
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22
|Marcos 2:22|
E kore hoki e ringihia e te tangata te waina hou ki nga ipu tawhito: kei pakaru nga ipu i te waina hou, a ka maringi te waina, kore ake nga ipu: engari me riringi te waina hou ki nga ipu hou.
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23
|Marcos 2:23|
A, i a ia e haere ana i waenga witi i te hapati, ka anga ana akonga ka ka kato haere i nga puku witi.
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24
|Marcos 2:24|
Na ka mea nga Parihi ki a ia, Na, he aha ratou ka mahi ai i te mea e kore e tika i te hapati?
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25
|Marcos 2:25|
A ka mea ia ki a ratou, Kahore ano koutou i kite noa i ta Rawiri i mea ai, i a ia e ngaua ana e te hiakai, ratou ko ona hoa?
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva