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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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31
|Marcos 1:31|
Heoi, i tona taenga atu, ka mau ki tona ringa, whakaarahia ana ia; mutu tonu ake tona kirika, ka tahuri ki te taka mea ma ratou.
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32
|Marcos 1:32|
Na i te ahiahi, i te toenetanga o te ra, ka mauria mai ki a ia nga turoro katoa, me te hunga e nohoia ana e nga rewera.
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33
|Marcos 1:33|
A huihui katoa ana te pa ki te kuwaha.
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34
|Marcos 1:34|
He tokomaha te hunga e ngaua ana e te tini o nga mate i whakaorangia e ia, he maha hoki nga rewera i peia; a kihai i tukua e ia nga rewera kia korero, no te mea i matau ratou ki a ia.
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35
|Marcos 1:35|
Na i te atatu, i mua noa atu o te awatea, ka ara ia, ka puta ki waho, ka haere ki te wahi koraha, ki reira inoi ai.
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36
|Marcos 1:36|
Na ka whai a Haimona ratou ko ona hoa i a ia.
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37
|Marcos 1:37|
A, ka kitea ia, ka mea ki a ia, E rapu ana nga tangata katoa i a koe.
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38
|Marcos 1:38|
Katahi ia ka mea ki a ratou, Tatou ka haere he wahi ke ki nga kainga tata, ki reira ahau kauwhau ai: ko taku hoki tera i haere mai ai.
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39
|Marcos 1:39|
Na ka tomo ia ki roto i o ratou whare karakia puta noa i Kariri, ka kauwhau, ka pei hoki i nga rewera ki waho.
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40
|Marcos 1:40|
¶ A ka haere mai ki a ia tetahi repera, ka inoi ki a ia, tuku rawa nga turi ki a ia, ka mea, Ki te pai koe, e taea ahau e koe te mea kia ma.
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva