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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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41
|Marcos 1:41|
Na ka aroha a Ihu, ka totoro tona ringa, ka pa ki a ia, ka mea ki a ia, E pai ana ahau; kia ma koe.
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42
|Marcos 1:42|
A, puaki kau tona reo, kua kore tona repera, na kua ma.
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43
|Marcos 1:43|
Na ka whakatupato ia ki a ia, a tonoa tonutia atu,
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44
|Marcos 1:44|
Ka mea atu hoki ki a ia, Kei korerotia tetahi mea ki te tangata: engari haere, kia kite te tohunga i a koe, a mauria atu mo tou whakamakanga nga mea i whakaritea e Mohi, hei mea whakaatu ki a ratou.
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45
|Marcos 1:45|
Heoi, i tona putanga atu, ka anga ki te kororo nui haere, ka whakapuakina taua mea, a kihai a Ihu i ahei te haere nui ki te pa i muri iho, engari i noho ia i waho i nga wahi koraha: a haere ana mai ratou ki a ia i nga wahi katoa.
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1
|Marcos 2:1|
¶ A, i a ia i tomo ai ano ki Kaperenauma i etahi ra mai, ka rangona kei te whare ia.
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2
|Marcos 2:2|
Na ka hui mai te tini o te tangata, kahore rawa he wahi e o ai ratou, hore rawa i te taha o te kuwaha; a ka korerotia e ia te kupu ki a ratou.
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3
|Marcos 2:3|
Ka haere mai hoki etahi, ka kawe mai i tetahi pararutiki ki a ia, tokowha ki te kauhoa.
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4
|Marcos 2:4|
A, te taea te whakatata ki a ia i te mano hoki, ka pokaia te tuanui o te wahi i noho ai ia: a, ka oti te wawahi, ka tukua iho te moenga i takoto ai te pararutiki.
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5
|Marcos 2:5|
A, no te kitenga o Ihu i to ratou whakapono, ka mea ia ki te pararutiki, E tama, ka oti ou hara te muru.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva