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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Maori -
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|Marcos 1:21|
A ka tomo ratou ki Kaperenauma; na haere tonu ia i te hapati ki te whare karakia, ka whakaako.
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22
|Marcos 1:22|
A miharo ana ratou ki tana ako: i rite hoki tana ako i a ratou ki ta te tangata whai mana, kihai i rite ki ta nga karaipi.
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23
|Marcos 1:23|
¶ Na i to ratou whare karakia tetahi tangata, he wairua poke tona; a ka karanga ia,
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24
|Marcos 1:24|
Ka mea, Kati ra, he aha ta matou ki a koe, e Ihu o Nahareta? kua tae mai ranei koe ki te whakangaro i a matou? e matau ana ahau ko wai koe, ko te Mea Tapu a te Atua.
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25
|Marcos 1:25|
A ka riri a Ihu ki a ia, ka mea, Kati te korero, puta mai i roto i a ia.
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26
|Marcos 1:26|
Na ka haehae te wairua kino i a ia, nui atu hoki tona reo ki te karanga, a puta ana mai i roto i a ia.
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|Marcos 1:27|
A miharo noa ratou katoa, uiui ana ki a ratou ano, mea ana, He aha tenei? he aha tenei ako hou? mana tonu tana nei tono i nga wairua poke, a rongo rawa ki a ia.
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28
|Marcos 1:28|
Na paku tonu atu tona rongo ki nga wahi katoa e tata ana ki Kariri.
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29
|Marcos 1:29|
¶ Na i reira tonu, i to ratou putanga mai i te whare karakia, tomo tonu atu ratou ko hemi, ko Hoani, ki te whare o Haimona raua ko Anaru.
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|Marcos 1:30|
Na i te takoto te hungawai wahine o Haimona, he kirika, a korerotia tonutia atu ia e ratou ki a ia.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva