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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
115-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 115:1|
Nie aan ons, o HERE, nie aan ons nie, maar aan u Naam gee eer, om u goedertierenheid, om u trou ontwil.
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2
|Salmos 115:2|
Waarom sou die heidene sê: Waar is dan hulle God?
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3
|Salmos 115:3|
terwyl onse God tog in die hemel is; Hy doen alles wat Hom behaag.
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4
|Salmos 115:4|
Hulle afgode is silwer en goud, 'n werk van mensehande.
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5
|Salmos 115:5|
Hulle het 'n mond, maar praat nie; hulle het oë, maar sien nie;
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6
|Salmos 115:6|
ore het hulle, maar hoor nie; hulle het 'n neus, maar ruik nie;
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7
|Salmos 115:7|
hande, maar hulle tas nie; voete, maar hulle loop nie; hulle gee geen geluid deur hul keel nie.
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8
|Salmos 115:8|
Die wat hulle maak, sal net soos hulle word- elkeen wat op hulle vertrou.
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9
|Salmos 115:9|
Israel, vertrou op die HERE: Hy is hulle hulp en hulle skild!
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10
|Salmos 115:10|
Huis van Aäron, vertrou op die HERE: Hy is hulle hulp en hulle skild!
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva