-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
146-
Afrikaans (1953) -
-
1
|Salmos 146:1|
Halleluja! Loof die HERE, o my siel!
-
2
|Salmos 146:2|
Ek wil die HERE prys solank as ek lewe; ek wil psalmsing tot eer van my God solank as ek nog daar is.
-
3
|Salmos 146:3|
Vertrou nie op prinse, op die mensekind, by wie geen heil is nie.
-
4
|Salmos 146:4|
Sy gees gaan uit, hy keer terug na sy aarde toe; op daardie dag is dit met sy planne gedaan.
-
5
|Salmos 146:5|
Welgeluksalig is hy wat die God van Jakob het as sy hulp, wie se hoop is op die HERE sy God,
-
6
|Salmos 146:6|
wat hemel en aarde gemaak het, die see en alles wat daarin is; wat trou bly tot in ewigheid;
-
7
|Salmos 146:7|
wat aan die verdruktes reg doen, wat aan die hongeriges brood gee. Die HERE maak die gevangenes los.
-
8
|Salmos 146:8|
Die HERE open die oë van die blindes; die HERE rig die wat geboë is, op; die HERE het die regverdiges lief.
-
9
|Salmos 146:9|
Die HERE behoed die vreemdelinge; Hy rig wees en weduwee weer op; maar die weg van die goddelose maak Hy krom.
-
10
|Salmos 146:10|
Die HERE is vir ewig Koning; jou God, o Sion, is van geslag tot geslag! Halleluja!
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva