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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
56-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 56:1|
Vir die musiekleier; op die wysie van: Die Duif van die ver Terebinte. Van Dawid. 'n Gedig, toe die Filistyne hom gevang het in Gat.
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2
|Salmos 56:2|
Wees my genadig, o God, want mense vertrap my; hy wat my beveg, verdruk my die hele dag.
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3
|Salmos 56:3|
My vyande vertrap my die hele dag, want baie veg teen my in hoogmoed.
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4
|Salmos 56:4|
Die dag as ek vrees, sal ék op U vertrou.
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5
|Salmos 56:5|
Deur God sal ek sy woord prys; ek vertrou op God, ek vrees nie; wat kan vlees my doen?
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6
|Salmos 56:6|
Die hele dag verdraai hulle my woorde; al hulle gedagtes is teen my, om kwaad te doen.
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7
|Salmos 56:7|
Hulle val aan, lê en loer- hulle let op my hakskene net soos hulle op my lewe geloer het.
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8
|Salmos 56:8|
Ondanks hul ongeregtigheid- sal hulle ontvlug? Werp volke neer in toorn, o God!
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9
|Salmos 56:9|
U het my omswerwinge getel; hou my trane in u kruik; is hulle nie in u boek nie?
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10
|Salmos 56:10|
Dan sal my vyande agteruitwyk op die dag as ek roep; dit weet ek dat God aan my kant is.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva