-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
49-
Afrikaans (1953) -
-
1
|Salmos 49:1|
Vir die musiekleier. Van die kinders van Korag. 'n Psalm.
-
2
|Salmos 49:2|
Hoor dit, alle volke, luister, alle bewoners van die wêreld,
-
3
|Salmos 49:3|
geringes sowel as aansienlikes, tesame ryk en arm!
-
4
|Salmos 49:4|
My mond sal louter wysheid spreek, en die oordenking van my hart is net verstand.
-
5
|Salmos 49:5|
Ek sal my oor neig tot 'n spreuk; ek sal my raaisel verklaar by die siter.
-
6
|Salmos 49:6|
Waarom sou ek vrees in dae van onheil, as die ongeregtigheid van my onderkruipers my omring-
-
7
|Salmos 49:7|
die wat vertrou op hulle vermoë en hulle beroem op die grootheid van hulle rykdom?
-
8
|Salmos 49:8|
Niemand kan ooit 'n broer loskoop nie; hy kan aan God sy losprys nie gee nie
-
9
|Salmos 49:9|
(want die losprys van hulle lewe is te kosbaar en vir ewig ontoereikend),
-
10
|Salmos 49:10|
dat hy vir ewig sou voortlewe, die vernietiging nie sou sien nie.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva