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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
52-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 52:1|
Vir die musiekleier. 'n Onderwysing van Dawid.
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2
|Salmos 52:2|
toe Doëg, die Edomiet, gekom het en aan Saul te kenne gegee en aan hom gesê het: Dawid het in die huis van Ahiméleg ingegaan.
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3
|Salmos 52:3|
Wat beroem jy jou in die kwaad, o geweldige? Die goedertierenheid van God duur die hele dag!
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4
|Salmos 52:4|
Jou tong beraam onheil, soos 'n geslypte skeermes, o werker van bedrog!
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5
|Salmos 52:5|
Jy hou meer van kwaad as van goed, van die leuen meer as om geregtigheid te spreek. Sela.
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6
|Salmos 52:6|
Jy hou net van woorde wat verslind, o bedrieglike tong!
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7
|Salmos 52:7|
So sal God jou dan ook vir ewig omverwerp, jou wegruk en jou uit die tent uitsleep; ja, Hy sal jou ontwortel uit die land van die lewendes. Sela.
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8
|Salmos 52:8|
En die regverdiges sal dit sien en vrees; en hulle sal oor hom lag en sê:
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9
|Salmos 52:9|
Kyk, die man wat God nie tot sy toevlug gemaak het nie, maar vertrou het op die grootheid van sy rykdom, sterk was in sy begeerlikheid!
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10
|Salmos 52:10|
Maar ek sal wees soos 'n groen olyfboom in die huis van God; ek vertrou op die goedertierenheid van God vir ewig en altyd.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva