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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
137-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 137:1|
By die riviere van Babel, daar het ons gesit, ook geween as ons aan Sion dink.
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2
|Salmos 137:2|
Aan die wilgerbome wat daarin is, het ons ons siters opgehang.
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3
|Salmos 137:3|
Want daar het hulle wat ons as gevangenes weggevoer het, van ons die woorde van 'n lied gevra en hulle wat ons verdruk het, vreugde, deur te sê: Sing vir ons 'n Sionslied.
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4
|Salmos 137:4|
Hoe sou ons die lied van die HERE kan sing in 'n vreemde land?
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5
|Salmos 137:5|
As ek jou vergeet, o Jerusalem, laat my regterhand dan homself vergeet!
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6
|Salmos 137:6|
Laat my tong kleef aan my verhemelte as ek aan jou nie dink nie, as ek Jerusalem nie verhef bo my hoogste vreugde nie.
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7
|Salmos 137:7|
HERE, bring in herinnering vir die kinders van Edom die dag van Jerusalem, hulle wat gesê het: Breek weg, breek weg, tot op die grond met hom!
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8
|Salmos 137:8|
o Dogter van Babel, jy verwoeste, gelukkig is hy wat jou sal vergeld wat jy ons aangedoen het!
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9
|Salmos 137:9|
Gelukkig is hy wat jou kinders gryp en verpletter teen die rots!
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva