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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
57-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 57:1|
Vir die musiekleier; op die wysie van: Moenie verwoes nie. Van Dawid. 'n Gedig, toe hy vir Saul in die spelonk gevlug het.
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2
|Salmos 57:2|
Wees my genadig, o God, wees my genadig, want by U het my siel geskuil, en in die skaduwee van u vleuels sal ek skuil totdat die onheil verbygegaan het.
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3
|Salmos 57:3|
Ek roep God, die Allerhoogste, aan, God wat dit vir my voleindig.
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4
|Salmos 57:4|
Hy sal uit die hemel stuur en my verlos terwyl hy wat my vertrap, my smaadheid aandoen. Sela. God sal sy goedertierenheid en sy trou stuur.
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5
|Salmos 57:5|
Ék moet onder leeus lê, wraakgieriges, mensekinders wie se tande spiese en pyle is, en wie se tong 'n skerp swaard is.
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6
|Salmos 57:6|
Verhef U bo die hemele, o God, u heerlikheid bo die hele aarde!
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7
|Salmos 57:7|
Hulle het 'n net gespan vir my voetstappe, hulle het my siel neergebuig; hulle het 'n kuil voor my gegrawe, hulle val daar binne-in. Sela.
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8
|Salmos 57:8|
My hart is gerus, o God, my hart is gerus; ek wil sing en psalmsing.
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9
|Salmos 57:9|
Waak op, my eer! Waak op, harp en siter! Ek wil die dageraad wakker maak!
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10
|Salmos 57:10|
Ek wil U loof onder die volke, o Here, psalmsing tot u eer onder die nasies.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva