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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
143-
Afrikaans (1953) -
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1
|Salmos 143:1|
'n Psalm van Dawid. o HERE, hoor my gebed; luister tog na my smekinge; verhoor my in u trou, in u geregtigheid.
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2
|Salmos 143:2|
En gaan nie na die gereg met u kneg nie, want niemand wat leef, is voor u aangesig regverdig nie.
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3
|Salmos 143:3|
Want die vyand vervolg my siel; hy vertrap my lewe teen die grond; hy laat my woon in duisternisse soos hulle wat lankal dood is.
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4
|Salmos 143:4|
En my gees versmag in my, my hart verstyf in my binneste.
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5
|Salmos 143:5|
Ek dink aan die dae uit die voortyd; ek peins oor al u dade; ek dink ná oor die werk van u hande.
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6
|Salmos 143:6|
Ek brei my hande tot U uit; my siel dors na U soos 'n uitgedorde land. Sela.
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7
|Salmos 143:7|
Verhoor my tog gou, HERE: my gees beswyk! Verberg u aangesig nie vir my nie, sodat ek nie word soos hulle wat in die kuil neerdaal nie.
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8
|Salmos 143:8|
Laat my u goedertierenheid in die môre hoor, want op U vertrou ek; maak my bekend die pad wat ek moet gaan, want ek hef my siel op tot U.
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9
|Salmos 143:9|
Red my van my vyande, HERE! By U skuil ek.
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10
|Salmos 143:10|
Leer my om u welbehae te doen, want U is my God. Laat u goeie Gees my lei in 'n gelyk land.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva