-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Afrikaans (1953) -
-
3
|Salmos 9:3|
In U wil ek bly wees en juig; ek wil psalmsing tot eer van u Naam, o Allerhoogste,
-
4
|Salmos 9:4|
omdat my vyande agteruitwyk, struikel en omkom van voor u aangesig.
-
5
|Salmos 9:5|
Want U het my reg en my regsaak behandel; U het gaan sit op die troon, o regverdige regter!
-
6
|Salmos 9:6|
U het die heidene gedreig, die goddelose laat omkom, hulle naam uitgedelg vir ewig en altyd.
-
7
|Salmos 9:7|
Die vyande het omgekom- puinhope vir ewig; ook die stede wat U verwoes het; hulle gedagtenis, ja, dié het vergaan.
-
8
|Salmos 9:8|
Maar die HERE sit vir ewig; Hy het sy troon reggesit vir die oordeel.
-
9
|Salmos 9:9|
En Hy self sal die wêreld oordeel in geregtigheid en die volke vonnis met reg.
-
10
|Salmos 9:10|
So is die HERE dan 'n rotsvesting vir die verdrukte, 'n rotsvesting in tye van benoudheid.
-
11
|Salmos 9:11|
En hulle wat u Naam ken, sal op U vertrou, omdat U die wat U soek, nie verlaat nie, o HERE!
-
12
|Salmos 9:12|
Psalmsing tot eer van die HERE wat op Sion woon; verkondig onder die volke sy dade.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva