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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 14:1|
¶ No te mea ka aroha a Ihowa ki a Hakopa, ka whiriwhiria ano a Iharaira e ia; ka meinga hoki ratou kia ata noho ki to ratou ake oneone; ka piri ano te tangata ke ki a ratou, ka uru ano hoki ki roto ki te whare o Hakopa.
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2
|Isaías 14:2|
E tango ano nga iwi i a ratou, e kawe i a ratou ki to ratou wahi, riro tonu iho ratou i te whare o Iharaira hei pononga tane, hei pononga wahine i te oneone a Ihowa: a hei whakarau mo ratou o ratou kaiwhakarau, ko ratou ano hei rangatira mo o rat ou kaitukino.
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3
|Isaías 14:3|
Na, i te ra e meinga ai koe e Ihowa kia okioki i tou pouri, i tou pawera, i te mahi pakeke ano hoki i whakamahia ai koe,
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4
|Isaías 14:4|
¶ Ko reira maranga ai tenei pepeha au mo te kingi o Papurona, ka mea hoki koe, Anana! mutu pu ta te kaitukino, mutu pu ta te pa koura!
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5
|Isaías 14:5|
Whati ana i a Ihowa te tokotoko o te hunga kino, te hepeta o nga kingi;
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6
|Isaías 14:6|
Nana i patu nga iwi, me te riri, me te patu kihai i tamutu, nana i whakahaere nga iwi i runga i te riri, me te whakatupu kino, kahore he kaiaraarai.
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7
|Isaías 14:7|
Kua whai okiokinga, kua ata noho te whenua katoa; pakaru mai ana ta ratou waiata.
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8
|Isaías 14:8|
Ae, kei te koa nga kauri ki a koe, ratou ko nga hita o Repanona, e ki ana, No tou taunga ano ki raro i kore ai te kaitapahi e tae mai ki a matou.
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9
|Isaías 14:9|
Ko te reinga i raro, oho ana i a koe, he tutakitanga ki a koe i tou taenga atu; he meatanga ki a koe i whakaarahia ai e ia nga tupapaku, nga mea nunui o te whenua; maranga ana i a ia nga kingi katoa o nga iwi i runga i o ratou torona.
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10
|Isaías 14:10|
Ka korero ratou katoa ki a koe, ka mea, Ko koe ano hoki, kua ngoikore penei me matou? kua rite koe ki a matou?
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva