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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 28:1|
¶ Aue te he mo te karauna whakapehapeha o te hunga haurangi o Eparaima, ki te puawai memenge hoki o tona ataahua whakakororia, tera i te wahi ki runga o te awaawa momona o te hunga kua hinga i te waina!
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2
|Isaías 28:2|
Nana, he mea kaha, he mea pakari ta te Ariki; koia ano kei te awha whatu, kei te tupuhi e wawahi ana, kei te waipuke, he wai nui e ngawha atu ana, ka taia iho ano e tona ringa ki te whenua.
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3
|Isaías 28:3|
Ka takahia e nga waewae te karauna whakapehapeha o te hunga haurangi o Eparaima.
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4
|Isaías 28:4|
A, ko te puawai memenge o tona ataahua whakakororia, kei te wahi nei ki runga o te awaawa momona, ka rite ki te hua matamua o te piki i te mea kahore ano te raumati; a, ka kite te mea i titiro atu, ka horomia e ia i te mea kei tona ringa ano.
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5
|Isaías 28:5|
I taua ra ko Ihowa o nga mano hei karauna kororia, hei potae ataahua ki nga morehu o tana iwi:
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6
|Isaías 28:6|
Hei wairua whakawa ki te tangata e noho ana ki te whakawa, hei kaha mo te hunga e whakahoki ana i te whawhai i te kuwaha.
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7
|Isaías 28:7|
Otiia kua pohehe ano enei i te waina, a kua kototi ke i te wai kaha; ko te tohunga, ko te poropiti, kua pohehe i te wai kaha, kua horomia raua e te waina, a kua kotiti ke i te wai kaha; he titiro he ta raua, e tapepa ana ta raua whakawa.
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8
|Isaías 28:8|
Ki tonu hoki nga tepu katoa i te ruaki, i te paru, kahore he wahi ma.
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9
|Isaías 28:9|
¶ Ko wai e whakaakona e ia ki te matauranga? ko wai e meinga e ia kia mohio ki te kupu? ko te hunga kua whakamutua ta ratou kai waiu, kua tangohia mai i te u?
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10
|Isaías 28:10|
He whakahau nei hoki tenei i runga i te whakahau, he whakahau i runga i te whakahau; he ako i runga i te ako, he ako i runga i te ako; he iti ki konei, he iti ki ko ra.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva