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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 52:1|
¶ Maranga, maranga; kakahuria tou kaha, e Hiona; kakahuria ou kahu whakapaipai, e Hiruharama, e te pa tapu! no te mea heoi ano haerenga mai ki a koe o te mea kokotikore, o te mea poke.
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2
|Isaías 52:2|
Ruperupea atu te puehu i a koe, whakatika, noho iho, e Hiruharama: wetekina nga here i tou kaki, e te tamahine herehere a Hiona.
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3
|Isaías 52:3|
Ko te kupu hoki tenei a Ihowa, Kua hokona kautia atu koutou; na ehara i te moni mana koutou e whakahoki mai.
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4
|Isaías 52:4|
Ko te kupu hoki tenei a te Ariki, a Ihowa, I haere atu taku iwi ki Ihipa i mua, ki reira noho ai; na kahore he rawa i whakatupuria kinotia ai ratou e te Ahiriana.
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5
|Isaías 52:5|
Na he aha ra taku i konei, e ai ta Ihowa; ka kahakina kautia atu nei hoki taku iwi? tangi aue ana i o ratou rangatira, e ai ta Ihowa, e whakahaweatia tonutia ana toku ingoa i tenei ra, i tenei ra.
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6
|Isaías 52:6|
Mo konei ka mohio taku iwi ki toku ingoa: mo konei ka mohio ratou i taua ra ko ahau te korero nei; nana, ko ahau tenei.
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7
|Isaías 52:7|
¶ Ano te ahuareka o nga waewae i runga i nga maunga o te kaikawe i te rongo pai, e kauwhau ana i te maunga rongo; e kawe mai ana i te rongo whakahari o te pai, e kauwhau ana i te ora; e mea ana ki a Hiona, E kingi ana tou Atua!
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8
|Isaías 52:8|
Te reo o au tutei! ka maranga i a ratou te reo, ka waiata ngatahi; no te mea ka kite ratou he kanohi, he kanohi, ua whakahoki a Ihowa i Hiona.
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9
|Isaías 52:9|
Hamama, waiata ngatahi, e nga wahi o Hiruharama kua ururuatia; kua whakamarie hoki a Ihowa i tana iwi, kua hoko i Hiruharama.
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10
|Isaías 52:10|
Kua huhua te ringa tapu o Ihowa ki te aroaro o nga tauiwi katoa, a ka kite nga pito katoa o te ao i te whakaora a to tatou Atua.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva