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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 15:1|
¶ Ko te poropititanga mo Moapa. He po kotahi ka ngaro a Ara o Moapa, a kore iho; he po ano hoki, ka ngaro a Kiri o Moapa, a kore iho.
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2
|Isaías 15:2|
Kua riro ia ki runga ki Paiti, ki Ripono, ki nga wahi tiketike tangi ai: ka auetia e Moapa a Nepo raua ko Merepa; he mea moremore katoa o ratou mahunga, tapahi rawa nga kumikumi katoa.
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3
|Isaías 15:3|
Ko o ratou whitiki i o ratou ara he kakahu taratara: ka aue ratou katoa i runga i o ratou whare, i o ratou waharoa, nui atu te tangi.
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4
|Isaías 15:4|
Ka hamama hoki a Hehepona raua ko Ereare: ka rangona to ratou reo i Iahata rawa: no reira hamama ana nga mau patu o Moapa; ka wiri tona wairua i roto i a ia.
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5
|Isaías 15:5|
E tangi ana toku ngakau ki a Moapa; rere ana ona rangatira ki Toara, ki Ekarata Herihia: he tangi nei hoki ta ratou i te pikitanga ki Ruhiti, i te mea e piki ana i reira; i te ara hoki ki Horonaimi ka pa ta ratou karanga o te ngaromanga.
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6
|Isaías 15:6|
¶ Ka takoto kau noa nga wai o Nimirimi: kua maroke hoki te tarutaru, kua mate te otaota, kahore he mea e tupu ana.
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7
|Isaías 15:7|
Na, ko a ratou mea maha, me a ratou mea i te rongoa, ka kawea e ratou ki te awa i nga wirou.
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8
|Isaías 15:8|
Kua taiawhiotia hoki nga rohe o Moapa e te karanga; kua tae tona aue ki Ekeraima, tona aue ki Peererimi.
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9
|Isaías 15:9|
Kei te ki hoki nga wai o Rimono i te toto; tera atu taku e whakapa ai ki Rimona, he raiona ki nga oranga o Moapa, ki nga morehu ano o te whenua.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva