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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Isaías 35:1|
¶ Ka koa te koraha me te wahi mokemoke, ka hari te koraha, koia ano kei te rohi te whai puawai.
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2
|Isaías 35:2|
Nui atu te tupu, ka koa, ae ra, koa ana, waiata ana: ka hoatu te kororia o Repanona ki reira, te nui o Karamere, o Harono: ka kite ratou i te kororia o Ihowa, i te nui o to tatou Atua.
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3
|Isaías 35:3|
Whakakahangia nga ringa ngoikore, whakaungia nga turi ngonge.
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4
|Isaías 35:4|
Mea atu ki te hunga ngakau potatutatu, Kia kaha, kaua e wehi: nana, ka haere mai to koutou Atua, me te rapu utu, me te whakautu a te Atua; ka haere mai ano ia ki te whakaora i a koutou.
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5
|Isaías 35:5|
¶ Ko reira nga kanohi o nga matapo kite ai, a ka puare nga taringa o nga turi.
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6
|Isaías 35:6|
Ko reira te kopa tupeke ai, ano he hata, ka waiata te arero o te whango; no te mea ka pakaru mai nga wai i te koraha, nga awa i te wahi titohea.
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7
|Isaías 35:7|
Na ka meinga te kirikiri mumura hei harotoroto, te whenua maroke hei puputanga wai: a i te nohoanga i takoto ai nga kirehe mohoao, ko te tarutaru, ko te kakaho, ko te wiwi.
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8
|Isaías 35:8|
Ka whai huanui ano a reira, me tetahi ara, ka kiia hoki, Ko te ara o te tapu; e kore te poke e haere i reira; engari ka waiho mo ratou; a ko te tangata haere ara, ahakoa he wairangi, e kore e he ki reira.
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9
|Isaías 35:9|
Kahore o reira raiona, e kore ano tetahi kararehe kai kino e tika na reira, e kore e kitea ki reira; engari ka haereerea e te hunga i hokona.
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10
|Isaías 35:10|
Na, ko a Ihowa i hoko ai ka hoki mai, ka haere mai i runga i te waiata ki Hiona; i runga i o ratou mahunga ko te haringa e kore e mutu: ka whiwhi ratou ki te koa, ki te hari, a rere atu ana te pouri me te aue.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva